Entre as paredes desses trinta cafés coexistem a alma literária do antigo Paris e a energia dos novos bares que moldam os bairros.
Aqui temos uma seleção de cafés em Paris que contam a história da cidade. Lugares históricos onde viveram escritores e artistas, bares de bairro onde bate o coração dos distritos, e torrefadores modernos ao longo do Canal Saint-Martin. Cada café é um pedaço de Paris, um lugar onde você se sente em casa ao tomar café.
Entre as paredes desses trinta cafés coexistem a alma literária do antigo Paris e a energia dos novos bares que moldam os bairros.
Aqui temos uma seleção de cafés em Paris que contam a história da cidade. Lugares históricos onde viveram escritores e artistas, bares de bairro onde bate o coração dos distritos, e torrefadores modernos ao longo do Canal Saint-Martin. Cada café é um pedaço de Paris, um lugar onde você se sente em casa ao tomar café.
Le Procope é o café mais antigo de Paris. Abriu em 1686 e acolheu ao longo dos séculos escritores, filósofos e figuras políticas. Voltaire e Rousseau eram frequentadores habituais. As salas conservam um ar de outros tempos, com espelhos, painéis de madeira e quadros nas paredes. Nesta seleção de cafés parisienses, Le Procope situa-se no início da história.
O Café de Flore fica no coração de Saint-Germain-des-Prés e é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir passavam longas horas aqui, a escrever e a conversar. Ainda hoje, escritores, jornalistas e visitantes curiosos vêm sentar-se nas pequenas mesas, pedir um café e observar a rua.
Les Deux Magots é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Localizado no coração de Saint-Germain-des-Prés, foi um ponto de encontro para escritores, filósofos e artistas ao longo do século XX. Hemingway, Sartre e Beauvoir frequentaram as suas mesas. Hoje o público é maioritariamente turista, mas o café manteve o seu caráter: tetos altos, antigas boiseries e empregados com aventais compridos. Um café aqui custa mais do que noutros lugares, mas parte do que se paga é o próprio espaço.
La Closerie des Lilas é um café na beira de Montparnasse que se tornou um ponto de encontro de escritores e artistas no início do século XX. Hemingway era um frequentador assíduo e trabalhou aqui em alguns dos seus livros. Os surrealistas também se reuniam entre estas paredes. O interior conservou o seu aspeto antigo, com madeira escura, mesas juntas e uma esplanada com sombra. Sentar-se aqui dá uma ideia clara de como era a vida literária parisiense de outros tempos.
O Café de la Paix fica mesmo em frente à Ópera de Paris e é um dos cafés com mais história da cidade. Abriu no século XIX e está hoje classificado como monumento histórico. Os tetos são altos, a decoração conservou o seu aspeto original e, ao longo das décadas, escritores, artistas e parisienses comuns sentaram-se às suas mesas. Pedir um café aqui é sentar-se no centro da história da cidade.
Le Select é um dos cafés mais antigos de Montparnasse, aberto desde 1923. Foi um dos primeiros cafés de Paris a ficar aberto a noite toda, o que atraiu escritores, pintores e músicos de todo o mundo. F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e muitos outros americanos da chamada Geração Perdida sentavam-se aqui ao balcão ou na esplanada. Hoje o ritmo é mais lento, mas o café manteve o seu carácter antigo.
La Coupole é uma grande brasserie Art Déco no coração de Montparnasse. Nos anos 1920, tornou-se um ponto de encontro para escritores, pintores e intelectuais. Hoje, parisienses e visitantes vêm aqui partilhar uma refeição ou uma bebida numa sala com tetos altos e colunas pintadas que ainda guarda o espírito dessa época.
Le Dôme fica no coração de Montparnasse e durante décadas foi um ponto de encontro para escritores, pintores e escultores que viviam e trabalhavam neste bairro de Paris. Hemingway, Picasso e muitos outros vinham aqui beber café e conversar. O café ainda funciona hoje em dia e mantém o espírito daquela época, quando Montparnasse era o centro da vida artística da cidade.
La Palette está aberta desde 1902, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Picasso foi um dos seus frequentadores habituais, a par de muitos outros artistas e escritores que animavam esta parte da margem esquerda. Os painéis de madeira escura, os espelhos antigos e a paleta pintada por cima do balcão lembram a época em que os ateliers de pintores dominavam as ruas do bairro. Hoje, estudantes, moradores e visitantes partilham a esplanada e o longo balcão de zinco, como se faz aqui há mais de um século.
O Bar du Marché fica mesmo ao lado do mercado Buci, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Os garçons de macacão vermelho atendem as mesas da esplanada com uma desenvoltura muito parisiense. Moradores e visitantes sentam lado a lado, tomam o mesmo café e partilham o ritmo pausado do bairro.
O Café Louise fica no coração de Saint-Germain-des-Prés, um dos bairros mais animados do 6.º arrondissement. É um lugar que faz parte do quotidiano do bairro, onde os moradores param para tomar o café da manhã e as horas passam sem pressa. A sensação de estar em casa surge logo na primeira visita.
O Le Rostand fica mesmo em frente ao Jardim do Luxemburgo, no 6.° arrondissement. Os estudantes das faculdades próximas param para o café da manhã, enquanto escritores se instalam numa das mesas junto à janela para olhar o parque. A luz é suave, as cadeiras são de verga e as paredes evocam longas tardes parisienses.
O Café Varenne é um endereço discreto no 7.° arrondissement, bem integrado na vida quotidiana do bairro. Próximo de museus e ministérios, atrai tanto os habitantes locais como os visitantes que procuram um momento de pausa. O balcão aqui é um verdadeiro ponto de encontro, longe dos circuitos turísticos.
O Le Louis-Philippe fica à beira do Sena, no 4.° arrondissement. Da esplanada, vê-se o rio correr e as barcaças passar. É um desses cafés parisienses onde se chega sem pressa e se fica mais tempo do que o planeado. A luz sobre a água e o movimento do cais fazem parte do dia a dia deste canto de Paris.
Le Consulat é um daqueles cafés de Paris que parecem saídos de um postal. A sua fachada pintada na Rue Norvins é um dos cantos mais fotografados de Montmartre. Monet e Van Gogh frequentavam o bairro quando estava cheio de pintores, e este café fazia parte do seu dia a dia. Hoje, moradores e visitantes sentam-se lado a lado na esplanada, a ver as pessoas passar numa das ruas mais conhecidas da colina.
La Maison Rose é um café em Montmartre, no 18º arrondissement de Paris. A sua fachada cor-de-rosa e as janelas com venezianas verdes atraem pintores e poetas há mais de um século. Sentado na esplanada, a olhar para as ruas de paralelepípedos, percebe-se por que razão artistas como Maurice Utrillo pintaram tantas vezes este canto do bairro.
Le Relais de la Butte fica ao pé da colina de Montmartre, num bairro que ainda tem um ar de aldeia. Os clientes habituais juntam-se ao balcão, bebem o seu café e observam a rua passar. É o tipo de lugar a que as pessoas do bairro voltam todas as manhãs por hábito.
O KB CaféShop é um dos locais que ajudou a definir a cena do café moderno no bairro SoPi, no 9.º arrondissement de Paris. O café é preparado com cuidado e o espaço atrai uma clientela regular de moradores e visitantes que procuram uma boa chávena num ambiente simples e acolhedor.
Ten Belles foi um dos primeiros cafés de Paris a levar a sério o café de especialidade. Fica à beira do Canal Saint-Martin, no 10.º arrondissement, um bairro que ajudou a mudar a forma como os parisienses encaram o café. O balcão é simples, o café é preparado com cuidado e o lugar atrai tanto os moradores do bairro como os visitantes que procuram algo além do espresso habitual.
La Fontaine de Belleville fica no 10º arrondissement de Paris e reúne o aspeto de um antigo bistro parisiense com o café de um torrefator moderno. As paredes revestidas de azulejos, o longo balcão e o mobiliário de madeira dão ao lugar um ar familiar, enquanto a carta de cafés reflete um trabalho sério de torrefação. É um sítio onde se senta, pede um café e observa a vida do bairro.
Holybelly é um café no 10.º arrondissement, perto do Canal Saint-Martin. Tornou-se um ponto fixo no bairro: as pessoas vêm tomar o pequeno-almoço ou almoço, ficam um bom momento e sentem-se logo em casa. O menu é simples, a cozinha honesta, e o lugar agradável de frequentar. É um dos endereços que esta seleção de cafés parisienses não podia ignorar.
O Café A esconde-se num antigo convento à beira do Canal Saint-Martin. É um dos endereços desta seleção de cafés parisienses onde o passado e o quotidiano se cruzam. Senta-se numa sala que outrora pertenceu a monges e bebe-se o café rodeado por pedra antiga.
A Caféothèque, pioneira no Marais, foi um dos primeiros lugares em Paris a tratar o café como um verdadeiro ofício. Os grãos são torrados no local e os baristas são formados aqui. Senta-se numa antiga adega abobadada, bebe-se o café devagar e ouve-se as conversas ao redor. Este lugar mostra como Paris redescobriu o café.
O Café Kitsuné fica perto dos jardins do Palais-Royal e faz parte de uma marca franco-japonesa que une moda, música e café. O espaço é simples e cuidado, com uma pequena esplanada onde se pode tomar um café numa passagem sossegada, enquanto o bairro segue o seu ritmo habitual.
Lomi é uma torrefação de café situada no 18.º arrondissement de Paris. Os grãos são selecionados com cuidado e torrados no local, e o cheiro a café fresco recebe-te assim que entras. As pessoas vêm aqui para trabalhar, encontrar amigos ou simplesmente começar bem o dia. É um desses lugares que dá ao norte de Paris o seu próprio carácter.
Terres de Café é um torrefador parisiense que trata o café como um produto agrícola. Aqui se aprende de onde vêm os grãos, como foram cultivados e o que define o seu sabor. Numa cidade cheia de cafés, este lugar distingue-se pela atenção à origem e à qualidade.
O Café Nuances fica no Marais e faz parte de uma nova geração de cafés parisienses onde o design tem um papel central. O espaço tem linhas limpas e materiais escolhidos com cuidado. É um lugar onde se toma um bom café e se percebe que cada detalhe da sala foi pensado com atenção.
O Boot Café instalou-se numa antiga sapataria no coração do Marais. O espaço é pequeno, o balcão estreito e os lugares esgotam-se depressa. É o tipo de lugar onde se bebe um bom café a observar o ritmo do bairro, entre paredes de pedra antiga e as manhãs tranquilas de Paris.
O Café Charlot fica no Haut-Marais, num antigo bistrô do século XIX. Grandes espelhos, mobiliário de madeira e um balcão de zinco definem o ambiente. Os moradores do bairro vêm tomar o café da manhã, enquanto outros se instalam na esplanada para um pequeno-almoço mais demorado. É esse ritmo do dia a dia que dá ao lugar o seu caráter parisiense.
Le Nemours fica mesmo junto às arcadas do Palais-Royal, no 1.º arrondissement de Paris. A esplanada dá para a praça, com vista para as fontes e as galerias cobertas. No interior, a decoração segue o estilo clássico do café parisiense: espelhos, painéis de madeira e detalhes em latão. Trabalhadores dos escritórios vizinhos e visitantes do Palais-Royal passam por lá ao longo do dia para tomar um café ou um copo de vinho.
Le Procope é o café mais antigo de Paris. Abriu em 1686 e acolheu ao longo dos séculos escritores, filósofos e figuras políticas. Voltaire e Rousseau eram frequentadores habituais. As salas conservam um ar de outros tempos, com espelhos, painéis de madeira e quadros nas paredes. Nesta seleção de cafés parisienses, Le Procope situa-se no início da história.
O Café de Flore fica no coração de Saint-Germain-des-Prés e é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir passavam longas horas aqui, a escrever e a conversar. Ainda hoje, escritores, jornalistas e visitantes curiosos vêm sentar-se nas pequenas mesas, pedir um café e observar a rua.
Les Deux Magots é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Localizado no coração de Saint-Germain-des-Prés, foi um ponto de encontro para escritores, filósofos e artistas ao longo do século XX. Hemingway, Sartre e Beauvoir frequentaram as suas mesas. Hoje o público é maioritariamente turista, mas o café manteve o seu caráter: tetos altos, antigas boiseries e empregados com aventais compridos. Um café aqui custa mais do que noutros lugares, mas parte do que se paga é o próprio espaço.
La Closerie des Lilas é um café na beira de Montparnasse que se tornou um ponto de encontro de escritores e artistas no início do século XX. Hemingway era um frequentador assíduo e trabalhou aqui em alguns dos seus livros. Os surrealistas também se reuniam entre estas paredes. O interior conservou o seu aspeto antigo, com madeira escura, mesas juntas e uma esplanada com sombra. Sentar-se aqui dá uma ideia clara de como era a vida literária parisiense de outros tempos.
O Café de la Paix fica mesmo em frente à Ópera de Paris e é um dos cafés com mais história da cidade. Abriu no século XIX e está hoje classificado como monumento histórico. Os tetos são altos, a decoração conservou o seu aspeto original e, ao longo das décadas, escritores, artistas e parisienses comuns sentaram-se às suas mesas. Pedir um café aqui é sentar-se no centro da história da cidade.
Le Select é um dos cafés mais antigos de Montparnasse, aberto desde 1923. Foi um dos primeiros cafés de Paris a ficar aberto a noite toda, o que atraiu escritores, pintores e músicos de todo o mundo. F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e muitos outros americanos da chamada Geração Perdida sentavam-se aqui ao balcão ou na esplanada. Hoje o ritmo é mais lento, mas o café manteve o seu carácter antigo.
La Coupole é uma grande brasserie Art Déco no coração de Montparnasse. Nos anos 1920, tornou-se um ponto de encontro para escritores, pintores e intelectuais. Hoje, parisienses e visitantes vêm aqui partilhar uma refeição ou uma bebida numa sala com tetos altos e colunas pintadas que ainda guarda o espírito dessa época.
Le Dôme fica no coração de Montparnasse e durante décadas foi um ponto de encontro para escritores, pintores e escultores que viviam e trabalhavam neste bairro de Paris. Hemingway, Picasso e muitos outros vinham aqui beber café e conversar. O café ainda funciona hoje em dia e mantém o espírito daquela época, quando Montparnasse era o centro da vida artística da cidade.
La Palette está aberta desde 1902, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Picasso foi um dos seus frequentadores habituais, a par de muitos outros artistas e escritores que animavam esta parte da margem esquerda. Os painéis de madeira escura, os espelhos antigos e a paleta pintada por cima do balcão lembram a época em que os ateliers de pintores dominavam as ruas do bairro. Hoje, estudantes, moradores e visitantes partilham a esplanada e o longo balcão de zinco, como se faz aqui há mais de um século.
O Bar du Marché fica mesmo ao lado do mercado Buci, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Os garçons de macacão vermelho atendem as mesas da esplanada com uma desenvoltura muito parisiense. Moradores e visitantes sentam lado a lado, tomam o mesmo café e partilham o ritmo pausado do bairro.
O Café Louise fica no coração de Saint-Germain-des-Prés, um dos bairros mais animados do 6.º arrondissement. É um lugar que faz parte do quotidiano do bairro, onde os moradores param para tomar o café da manhã e as horas passam sem pressa. A sensação de estar em casa surge logo na primeira visita.
O Le Rostand fica mesmo em frente ao Jardim do Luxemburgo, no 6.° arrondissement. Os estudantes das faculdades próximas param para o café da manhã, enquanto escritores se instalam numa das mesas junto à janela para olhar o parque. A luz é suave, as cadeiras são de verga e as paredes evocam longas tardes parisienses.
O Café Varenne é um endereço discreto no 7.° arrondissement, bem integrado na vida quotidiana do bairro. Próximo de museus e ministérios, atrai tanto os habitantes locais como os visitantes que procuram um momento de pausa. O balcão aqui é um verdadeiro ponto de encontro, longe dos circuitos turísticos.
O Le Louis-Philippe fica à beira do Sena, no 4.° arrondissement. Da esplanada, vê-se o rio correr e as barcaças passar. É um desses cafés parisienses onde se chega sem pressa e se fica mais tempo do que o planeado. A luz sobre a água e o movimento do cais fazem parte do dia a dia deste canto de Paris.
Le Consulat é um daqueles cafés de Paris que parecem saídos de um postal. A sua fachada pintada na Rue Norvins é um dos cantos mais fotografados de Montmartre. Monet e Van Gogh frequentavam o bairro quando estava cheio de pintores, e este café fazia parte do seu dia a dia. Hoje, moradores e visitantes sentam-se lado a lado na esplanada, a ver as pessoas passar numa das ruas mais conhecidas da colina.
La Maison Rose é um café em Montmartre, no 18º arrondissement de Paris. A sua fachada cor-de-rosa e as janelas com venezianas verdes atraem pintores e poetas há mais de um século. Sentado na esplanada, a olhar para as ruas de paralelepípedos, percebe-se por que razão artistas como Maurice Utrillo pintaram tantas vezes este canto do bairro.
Le Relais de la Butte fica ao pé da colina de Montmartre, num bairro que ainda tem um ar de aldeia. Os clientes habituais juntam-se ao balcão, bebem o seu café e observam a rua passar. É o tipo de lugar a que as pessoas do bairro voltam todas as manhãs por hábito.
O KB CaféShop é um dos locais que ajudou a definir a cena do café moderno no bairro SoPi, no 9.º arrondissement de Paris. O café é preparado com cuidado e o espaço atrai uma clientela regular de moradores e visitantes que procuram uma boa chávena num ambiente simples e acolhedor.
Ten Belles foi um dos primeiros cafés de Paris a levar a sério o café de especialidade. Fica à beira do Canal Saint-Martin, no 10.º arrondissement, um bairro que ajudou a mudar a forma como os parisienses encaram o café. O balcão é simples, o café é preparado com cuidado e o lugar atrai tanto os moradores do bairro como os visitantes que procuram algo além do espresso habitual.
La Fontaine de Belleville fica no 10º arrondissement de Paris e reúne o aspeto de um antigo bistro parisiense com o café de um torrefator moderno. As paredes revestidas de azulejos, o longo balcão e o mobiliário de madeira dão ao lugar um ar familiar, enquanto a carta de cafés reflete um trabalho sério de torrefação. É um sítio onde se senta, pede um café e observa a vida do bairro.
Holybelly é um café no 10.º arrondissement, perto do Canal Saint-Martin. Tornou-se um ponto fixo no bairro: as pessoas vêm tomar o pequeno-almoço ou almoço, ficam um bom momento e sentem-se logo em casa. O menu é simples, a cozinha honesta, e o lugar agradável de frequentar. É um dos endereços que esta seleção de cafés parisienses não podia ignorar.
O Café A esconde-se num antigo convento à beira do Canal Saint-Martin. É um dos endereços desta seleção de cafés parisienses onde o passado e o quotidiano se cruzam. Senta-se numa sala que outrora pertenceu a monges e bebe-se o café rodeado por pedra antiga.
A Caféothèque, pioneira no Marais, foi um dos primeiros lugares em Paris a tratar o café como um verdadeiro ofício. Os grãos são torrados no local e os baristas são formados aqui. Senta-se numa antiga adega abobadada, bebe-se o café devagar e ouve-se as conversas ao redor. Este lugar mostra como Paris redescobriu o café.
O Café Kitsuné fica perto dos jardins do Palais-Royal e faz parte de uma marca franco-japonesa que une moda, música e café. O espaço é simples e cuidado, com uma pequena esplanada onde se pode tomar um café numa passagem sossegada, enquanto o bairro segue o seu ritmo habitual.
Lomi é uma torrefação de café situada no 18.º arrondissement de Paris. Os grãos são selecionados com cuidado e torrados no local, e o cheiro a café fresco recebe-te assim que entras. As pessoas vêm aqui para trabalhar, encontrar amigos ou simplesmente começar bem o dia. É um desses lugares que dá ao norte de Paris o seu próprio carácter.
Terres de Café é um torrefador parisiense que trata o café como um produto agrícola. Aqui se aprende de onde vêm os grãos, como foram cultivados e o que define o seu sabor. Numa cidade cheia de cafés, este lugar distingue-se pela atenção à origem e à qualidade.
O Café Nuances fica no Marais e faz parte de uma nova geração de cafés parisienses onde o design tem um papel central. O espaço tem linhas limpas e materiais escolhidos com cuidado. É um lugar onde se toma um bom café e se percebe que cada detalhe da sala foi pensado com atenção.
O Boot Café instalou-se numa antiga sapataria no coração do Marais. O espaço é pequeno, o balcão estreito e os lugares esgotam-se depressa. É o tipo de lugar onde se bebe um bom café a observar o ritmo do bairro, entre paredes de pedra antiga e as manhãs tranquilas de Paris.
O Café Charlot fica no Haut-Marais, num antigo bistrô do século XIX. Grandes espelhos, mobiliário de madeira e um balcão de zinco definem o ambiente. Os moradores do bairro vêm tomar o café da manhã, enquanto outros se instalam na esplanada para um pequeno-almoço mais demorado. É esse ritmo do dia a dia que dá ao lugar o seu caráter parisiense.
Le Nemours fica mesmo junto às arcadas do Palais-Royal, no 1.º arrondissement de Paris. A esplanada dá para a praça, com vista para as fontes e as galerias cobertas. No interior, a decoração segue o estilo clássico do café parisiense: espelhos, painéis de madeira e detalhes em latão. Trabalhadores dos escritórios vizinhos e visitantes do Palais-Royal passam por lá ao longo do dia para tomar um café ou um copo de vinho.
Le Procope é o café mais antigo de Paris. Abriu em 1686 e acolheu ao longo dos séculos escritores, filósofos e figuras políticas. Voltaire e Rousseau eram frequentadores habituais. As salas conservam um ar de outros tempos, com espelhos, painéis de madeira e quadros nas paredes. Nesta seleção de cafés parisienses, Le Procope situa-se no início da história.
O Café de Flore fica no coração de Saint-Germain-des-Prés e é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir passavam longas horas aqui, a escrever e a conversar. Ainda hoje, escritores, jornalistas e visitantes curiosos vêm sentar-se nas pequenas mesas, pedir um café e observar a rua.
Les Deux Magots é um dos cafés mais conhecidos de Paris. Localizado no coração de Saint-Germain-des-Prés, foi um ponto de encontro para escritores, filósofos e artistas ao longo do século XX. Hemingway, Sartre e Beauvoir frequentaram as suas mesas. Hoje o público é maioritariamente turista, mas o café manteve o seu caráter: tetos altos, antigas boiseries e empregados com aventais compridos. Um café aqui custa mais do que noutros lugares, mas parte do que se paga é o próprio espaço.
La Closerie des Lilas é um café na beira de Montparnasse que se tornou um ponto de encontro de escritores e artistas no início do século XX. Hemingway era um frequentador assíduo e trabalhou aqui em alguns dos seus livros. Os surrealistas também se reuniam entre estas paredes. O interior conservou o seu aspeto antigo, com madeira escura, mesas juntas e uma esplanada com sombra. Sentar-se aqui dá uma ideia clara de como era a vida literária parisiense de outros tempos.
O Café de la Paix fica mesmo em frente à Ópera de Paris e é um dos cafés com mais história da cidade. Abriu no século XIX e está hoje classificado como monumento histórico. Os tetos são altos, a decoração conservou o seu aspeto original e, ao longo das décadas, escritores, artistas e parisienses comuns sentaram-se às suas mesas. Pedir um café aqui é sentar-se no centro da história da cidade.
Le Select é um dos cafés mais antigos de Montparnasse, aberto desde 1923. Foi um dos primeiros cafés de Paris a ficar aberto a noite toda, o que atraiu escritores, pintores e músicos de todo o mundo. F. Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e muitos outros americanos da chamada Geração Perdida sentavam-se aqui ao balcão ou na esplanada. Hoje o ritmo é mais lento, mas o café manteve o seu carácter antigo.
La Coupole é uma grande brasserie Art Déco no coração de Montparnasse. Nos anos 1920, tornou-se um ponto de encontro para escritores, pintores e intelectuais. Hoje, parisienses e visitantes vêm aqui partilhar uma refeição ou uma bebida numa sala com tetos altos e colunas pintadas que ainda guarda o espírito dessa época.
Le Dôme fica no coração de Montparnasse e durante décadas foi um ponto de encontro para escritores, pintores e escultores que viviam e trabalhavam neste bairro de Paris. Hemingway, Picasso e muitos outros vinham aqui beber café e conversar. O café ainda funciona hoje em dia e mantém o espírito daquela época, quando Montparnasse era o centro da vida artística da cidade.
La Palette está aberta desde 1902, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Picasso foi um dos seus frequentadores habituais, a par de muitos outros artistas e escritores que animavam esta parte da margem esquerda. Os painéis de madeira escura, os espelhos antigos e a paleta pintada por cima do balcão lembram a época em que os ateliers de pintores dominavam as ruas do bairro. Hoje, estudantes, moradores e visitantes partilham a esplanada e o longo balcão de zinco, como se faz aqui há mais de um século.
O Bar du Marché fica mesmo ao lado do mercado Buci, no coração de Saint-Germain-des-Prés. Os garçons de macacão vermelho atendem as mesas da esplanada com uma desenvoltura muito parisiense. Moradores e visitantes sentam lado a lado, tomam o mesmo café e partilham o ritmo pausado do bairro.
O Café Louise fica no coração de Saint-Germain-des-Prés, um dos bairros mais animados do 6.º arrondissement. É um lugar que faz parte do quotidiano do bairro, onde os moradores param para tomar o café da manhã e as horas passam sem pressa. A sensação de estar em casa surge logo na primeira visita.
O Le Rostand fica mesmo em frente ao Jardim do Luxemburgo, no 6.° arrondissement. Os estudantes das faculdades próximas param para o café da manhã, enquanto escritores se instalam numa das mesas junto à janela para olhar o parque. A luz é suave, as cadeiras são de verga e as paredes evocam longas tardes parisienses.
O Café Varenne é um endereço discreto no 7.° arrondissement, bem integrado na vida quotidiana do bairro. Próximo de museus e ministérios, atrai tanto os habitantes locais como os visitantes que procuram um momento de pausa. O balcão aqui é um verdadeiro ponto de encontro, longe dos circuitos turísticos.
O Le Louis-Philippe fica à beira do Sena, no 4.° arrondissement. Da esplanada, vê-se o rio correr e as barcaças passar. É um desses cafés parisienses onde se chega sem pressa e se fica mais tempo do que o planeado. A luz sobre a água e o movimento do cais fazem parte do dia a dia deste canto de Paris.
Le Consulat é um daqueles cafés de Paris que parecem saídos de um postal. A sua fachada pintada na Rue Norvins é um dos cantos mais fotografados de Montmartre. Monet e Van Gogh frequentavam o bairro quando estava cheio de pintores, e este café fazia parte do seu dia a dia. Hoje, moradores e visitantes sentam-se lado a lado na esplanada, a ver as pessoas passar numa das ruas mais conhecidas da colina.
La Maison Rose é um café em Montmartre, no 18º arrondissement de Paris. A sua fachada cor-de-rosa e as janelas com venezianas verdes atraem pintores e poetas há mais de um século. Sentado na esplanada, a olhar para as ruas de paralelepípedos, percebe-se por que razão artistas como Maurice Utrillo pintaram tantas vezes este canto do bairro.
Le Relais de la Butte fica ao pé da colina de Montmartre, num bairro que ainda tem um ar de aldeia. Os clientes habituais juntam-se ao balcão, bebem o seu café e observam a rua passar. É o tipo de lugar a que as pessoas do bairro voltam todas as manhãs por hábito.
O KB CaféShop é um dos locais que ajudou a definir a cena do café moderno no bairro SoPi, no 9.º arrondissement de Paris. O café é preparado com cuidado e o espaço atrai uma clientela regular de moradores e visitantes que procuram uma boa chávena num ambiente simples e acolhedor.
Ten Belles foi um dos primeiros cafés de Paris a levar a sério o café de especialidade. Fica à beira do Canal Saint-Martin, no 10.º arrondissement, um bairro que ajudou a mudar a forma como os parisienses encaram o café. O balcão é simples, o café é preparado com cuidado e o lugar atrai tanto os moradores do bairro como os visitantes que procuram algo além do espresso habitual.
La Fontaine de Belleville fica no 10º arrondissement de Paris e reúne o aspeto de um antigo bistro parisiense com o café de um torrefator moderno. As paredes revestidas de azulejos, o longo balcão e o mobiliário de madeira dão ao lugar um ar familiar, enquanto a carta de cafés reflete um trabalho sério de torrefação. É um sítio onde se senta, pede um café e observa a vida do bairro.
Holybelly é um café no 10.º arrondissement, perto do Canal Saint-Martin. Tornou-se um ponto fixo no bairro: as pessoas vêm tomar o pequeno-almoço ou almoço, ficam um bom momento e sentem-se logo em casa. O menu é simples, a cozinha honesta, e o lugar agradável de frequentar. É um dos endereços que esta seleção de cafés parisienses não podia ignorar.
O Café A esconde-se num antigo convento à beira do Canal Saint-Martin. É um dos endereços desta seleção de cafés parisienses onde o passado e o quotidiano se cruzam. Senta-se numa sala que outrora pertenceu a monges e bebe-se o café rodeado por pedra antiga.
A Caféothèque, pioneira no Marais, foi um dos primeiros lugares em Paris a tratar o café como um verdadeiro ofício. Os grãos são torrados no local e os baristas são formados aqui. Senta-se numa antiga adega abobadada, bebe-se o café devagar e ouve-se as conversas ao redor. Este lugar mostra como Paris redescobriu o café.
O Café Kitsuné fica perto dos jardins do Palais-Royal e faz parte de uma marca franco-japonesa que une moda, música e café. O espaço é simples e cuidado, com uma pequena esplanada onde se pode tomar um café numa passagem sossegada, enquanto o bairro segue o seu ritmo habitual.
Lomi é uma torrefação de café situada no 18.º arrondissement de Paris. Os grãos são selecionados com cuidado e torrados no local, e o cheiro a café fresco recebe-te assim que entras. As pessoas vêm aqui para trabalhar, encontrar amigos ou simplesmente começar bem o dia. É um desses lugares que dá ao norte de Paris o seu próprio carácter.
Terres de Café é um torrefador parisiense que trata o café como um produto agrícola. Aqui se aprende de onde vêm os grãos, como foram cultivados e o que define o seu sabor. Numa cidade cheia de cafés, este lugar distingue-se pela atenção à origem e à qualidade.
O Café Nuances fica no Marais e faz parte de uma nova geração de cafés parisienses onde o design tem um papel central. O espaço tem linhas limpas e materiais escolhidos com cuidado. É um lugar onde se toma um bom café e se percebe que cada detalhe da sala foi pensado com atenção.
O Boot Café instalou-se numa antiga sapataria no coração do Marais. O espaço é pequeno, o balcão estreito e os lugares esgotam-se depressa. É o tipo de lugar onde se bebe um bom café a observar o ritmo do bairro, entre paredes de pedra antiga e as manhãs tranquilas de Paris.
O Café Charlot fica no Haut-Marais, num antigo bistrô do século XIX. Grandes espelhos, mobiliário de madeira e um balcão de zinco definem o ambiente. Os moradores do bairro vêm tomar o café da manhã, enquanto outros se instalam na esplanada para um pequeno-almoço mais demorado. É esse ritmo do dia a dia que dá ao lugar o seu caráter parisiense.
Le Nemours fica mesmo junto às arcadas do Palais-Royal, no 1.º arrondissement de Paris. A esplanada dá para a praça, com vista para as fontes e as galerias cobertas. No interior, a decoração segue o estilo clássico do café parisiense: espelhos, painéis de madeira e detalhes em latão. Trabalhadores dos escritórios vizinhos e visitantes do Palais-Royal passam por lá ao longo do dia para tomar um café ou um copo de vinho.
Para entender Paris através de seus cafés, é preciso deixar de lado a ideia de um café rápido. Esses lugares são pontos de encontro, onde se passeia, conversa e observa a rua. Os mais antigos mostram sua história na decoração: azulejos originais, espelhos, painéis de madeira. Os mais modernos trazem energia nova com seus sacos de café à granel e menus bem elaborados. O segredo para apreciá-los bem? Voltar várias vezes, preferir horários mais calmos e conversar um pouco com as pessoas que os frequentam.