Observatórios de todo o mundo permitem aos astrônomos explorar o universo e descobrir os segredos do cosmos.
Aqui oferecemos uma seleção dos observatórios astronômicos mais importantes e poderosos do planeta. Essas instalações científicas principais permitem que astrônomos explorem o universo de diferentes continentes. Cada observatório tem um papel importante na descoberta de novos objetos celestes e na compreensão do nosso cosmos. Desde o hemisfério norte até o sul, esses locais possuem telescópios ópticos, de rádio e espaciais que representam o estado atual da tecnologia astronômica mundial.
Observatórios de todo o mundo permitem aos astrônomos explorar o universo e descobrir os segredos do cosmos.
Aqui oferecemos uma seleção dos observatórios astronômicos mais importantes e poderosos do planeta. Essas instalações científicas principais permitem que astrônomos explorem o universo de diferentes continentes. Cada observatório tem um papel importante na descoberta de novos objetos celestes e na compreensão do nosso cosmos. Desde o hemisfério norte até o sul, esses locais possuem telescópios ópticos, de rádio e espaciais que representam o estado atual da tecnologia astronômica mundial.
O Observatório de La Silla fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2400 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e está em funcionamento desde os anos 1960. No local existem vários telescópios utilizados por astrônomos de todo o mundo para observar o céu austral. Ao longo das décadas, este observatório foi o palco de muitas descobertas, incluindo as primeiras observações de exoplanetas e supernovas.
O Observatório do Roque de los Muchachos fica no topo de um vulcão em La Palma, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. Lá em cima, o céu é escuro e o ar é seco, o que faz deste um dos melhores lugares do hemisfério norte para observar as estrelas. Astrônomos de muitos países trabalham aqui com grandes telescópios ópticos, incluindo o Gran Telescopio Canarias.
O Observatório de Paranal fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2.600 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e acolhe o Very Large Telescope, um conjunto de quatro grandes telescópios que podem funcionar juntos ou separadamente. O céu acima de Paranal está entre os mais escuros e secos da Terra, o que permite observar galáxias distantes, estrelas e outros objetos celestes.
O Observatório do Teide fica perto do cume do vulcão Teide, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. O céu sobre o Atlântico é limpo durante grande parte do ano, o que levou os astrônomos europeus a escolherem este local há décadas. Os telescópios aqui instalados estudam o Sol durante o dia e galáxias distantes à noite, e pesquisadores de todo o mundo trabalham aqui ao longo do ano.
O Royal Observatory Greenwich fica numa colina no sudeste de Londres e é um dos lugares mais importantes da história da astronomia. Foi aqui que se estabeleceu o meridiano de origem, que divide a Terra em leste e oeste. Os edifícios datam do século XVII e abrigam telescópios e instrumentos usados por gerações de astrônomos. Os visitantes podem caminhar pelo recinto, explorar o observatório e assistir à queda da bola vermelha do tempo todos os dias à 1 da tarde.
Os Observatórios de Mauna Kea ficam no topo de um vulcão adormecido no Havaí, a cerca de 4 200 m de altitude. O ar é seco, o céu noturno é muito escuro e a altitude permite observar o universo acima de grande parte da atmosfera terrestre. Telescópios operados por equipas de muitos países estão reunidos aqui para estudar estrelas, galáxias e objetos distantes.
O Observatório Nacional de Kitt Peak fica no topo de uma montanha no deserto de Sonora, no Arizona, em terras pertencentes à Nação Tohono O'odham. O local reúne dezenas de telescópios ópticos e de rádio, tornando-o um dos locais astronómicos mais bem equipados do hemisfério norte. Astrônomos de todo o mundo vêm aqui para estudar o céu noturno, favorecido pelo ar seco e pela baixa poluição luminosa.
O Mount Wilson Observatory fica nas montanhas acima de Los Angeles e foi um dos lugares mais importantes da astronomia do século XX. Foi aqui que Edwin Hubble demonstrou que o universo está em expansão e que existem outras galáxias além da Via Láctea. Alguns dos seus telescópios ainda estão em funcionamento hoje.
O Palomar Observatory fica numa montanha no sul da Califórnia e abriga alguns dos telescópios mais conhecidos do mundo. O seu instrumento principal, o telescópio Hale, foi construído em meados do século XX e continua a ser um dos instrumentos ópticos mais potentes do seu género. A partir daqui, os astrónomos descobriram galáxias, quasares e outros objetos celestes que mudaram profundamente a nossa compreensão do universo.
O Very Large Array é uma rede de radiotelescópios instalada nas planícies desérticas do Novo México, a cerca de 2.100 m de altitude. As suas antenas parabólicas trabalham em conjunto para captar sinais de rádio provenientes do espaço profundo. Os astrónomos utilizam-no para estudar galáxias, buracos negros e outros objetos que os telescópios óticos não conseguem detetar. É um dos observatórios de rádio mais utilizados do mundo.
O Dominion Astrophysical Observatory fica nas colinas da Colúmbia Britânica, no Canadá, e é um dos principais centros de pesquisa astronômica da América do Norte desde o início do século XX. O local abriga um grande telescópio óptico que os astrônomos usam há décadas para observar estrelas, galáxias e outros objetos do céu noturno. Sua história está ligada ao desenvolvimento da astronomia canadense.
ALMA é uma rede de antenas de rádio instalada no deserto do Atacama, no Chile, a cerca de 5.000 metros de altitude. O ar seco e a elevada altitude tornam este um dos melhores locais do mundo para estudar o universo em ondas de rádio. Os astrónomos utilizam o ALMA para observar nuvens de gás frio, galáxias distantes e regiões onde nascem novas estrelas, captando sinais que os telescópios óticos não conseguem detetar.
O Very Large Telescope fica no topo do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile. E operado pelo Observatorio Europeu do Sul e e composto por quatro grandes telescopios principais que podem trabalhar em conjunto para observar objetos muito distantes e fracos no espaco. O ar seco e os ceus limpos do Atacama fazem deste local um dos mais favoraveis do mundo para a astronomia optica. Astronomos de todo o mundo vem ate aqui para estudar estrelas distantes, galaxias e outros corpos celestes.
O Vera Rubin Observatory fica no deserto do Atacama, no Chile, e é dedicado a um dos levantamentos do céu mais ambiciosos já realizados. O seu grande telescópio fotografa amplas porções do céu todas as noites, à procura de objetos que mudam de brilho ou se movem, como asteroides, supernovas e outros fenômenos de curta duração.
O Cerro Tololo Inter-American Observatory está situado em grande altitude nos Andes chilenos e permite que astrônomos das Américas observem o céu do hemisfério sul. As noites são escuras e o ar é seco, o que favorece a observação de objetos que não podem ser vistos do hemisfério norte. Este observatório contribuiu para descobertas relevantes sobre a estrutura do universo.
O Las Campanas Observatory fica nos Andes chilenos, na regiao de Valparaíso, a cerca de 2.500 metros de altitude. Daqui, os astronomos observam o ceu do hemisferio sul com grandes telescopios opticos. O observatorio contribuiu para o estudo de supernovas e galaxias distantes. O ceu seco e escuro sobre o deserto do Atacama torna este lugar um dos mais procurados para a observacao astronomica em todo o mundo.
O observatório de Chacaltaya fica nos Andes bolivianos, perto de La Paz, a cerca de 5 200 metros de altitude. O ar rarefeito e o céu aberto nessa altura permitem observar o universo em condições pouco comuns. Os pesquisadores também estudam raios cósmicos, pois a altitude favorece esse tipo de medição.
FAST e um enorme radiotelescópio esférico construido numa depressao natural entre as montanhas de Guizhou, na China. O seu prato mede cerca de 500 metros de diâmetro, tornando-o um dos maiores do mundo. O telescópio capta sinais de rádio do espaco e e utilizado por investigadores de todo o mundo para estudar estrelas, galáxias e outros objetos celestes.
O Observatório de Xinglong fica na província de Hebei e faz parte dos Observatórios Astronômicos Nacionais da China. Conta com vários telescópios ópticos usados para observar estrelas, galáxias e outros corpos celestes. É um dos centros de pesquisa astronômica mais ativos do país, frequentado por pesquisadores chineses e estrangeiros que aproveitam os céus escuros das colinas da região.
O Indian Astronomical Observatory fica na região de Ladakh, no coração do Himalaia, a grande altitude. O ar seco e o céu aberto durante boa parte do ano tornam este lugar um dos mais favoráveis do Sul da Ásia para observar estrelas e galáxias. Os astrónomos encontram aqui condições de observação difíceis de encontrar em locais de menor altitude.
O Okayama Astrophysical Observatory fica nas colinas da prefeitura de Okayama e é uma das principais estações de pesquisa astronômica do Japão. Os astrônomos utilizam vários telescópios para observar o céu noturno em diferentes áreas da astronomia. O local foi escolhido pelas noites de céu aberto e pela baixa poluição luminosa. Este observatório colabora ativamente com outras instituições de pesquisa no Leste Asiático.
O Observatório Nacional do Irão fica no topo de uma montanha perto de Kashan e é o maior centro astronómico do país. O seu telescópio principal permite aos investigadores observar o céu em noites de grande claridade e participar em programas astronómicos internacionais.
O South African Astronomical Observatory é o principal centro astronómico do sul de África. Situado perto da Cidade do Cabo, observa o céu austral desde o século XIX. Investigadores de todo o mundo vêm aqui estudar estrelas, galáxias e outros objetos difíceis de observar a partir do hemisfério norte.
O Observatório Entoto fica numa colina acima de Adis Abeba, a uma altitude que o mantém longe das luzes da cidade. É um dos principais centros de pesquisa astronômica na África Oriental, onde cientistas estudam o céu noturno e contribuem para o desenvolvimento da astronomia no continente.
O Observatório de Siding Spring fica no estado de Nova Gales do Sul, numa zona afastada das grandes cidades. A baixa poluição luminosa da região faz deste um dos locais mais importantes do hemisfério sul para o estudo do céu noturno. Vários telescópios operam no local, utilizados por investigadores australianos e internacionais. Em noites com céu limpo, a escuridão acima de Siding Spring permite observar galáxias e outros objetos celestes difíceis de ver a partir do hemisfério norte.
O Observatório Mount Stromlo fica numa colina nos arredores de Canberra e é há mais de um século um centro de referência para a astronomia australiana. Os investigadores aqui estudaram o céu noturno do hemisfério sul e deram contribuições relevantes para a astronomia ótica e a astrofísica. Um grande incêndio florestal em 2003 destruiu grande parte do local, que foi parcialmente reconstruído e continua a funcionar como centro de investigação.
O Observatório de Haute-Provence fica nas colinas do sul da França, longe das luzes das cidades. É um dos centros de investigação astronómica mais antigos de França e está em funcionamento há décadas. Em 1995, os astrónomos que trabalhavam aqui descobriram o primeiro exoplaneta a orbitar uma estrela semelhante ao Sol, uma descoberta que transformou a nossa visão do universo. O local continua ativo para a investigação e recebe também visitantes.
O Observatório de La Silla fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2400 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e está em funcionamento desde os anos 1960. No local existem vários telescópios utilizados por astrônomos de todo o mundo para observar o céu austral. Ao longo das décadas, este observatório foi o palco de muitas descobertas, incluindo as primeiras observações de exoplanetas e supernovas.
O Observatório do Roque de los Muchachos fica no topo de um vulcão em La Palma, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. Lá em cima, o céu é escuro e o ar é seco, o que faz deste um dos melhores lugares do hemisfério norte para observar as estrelas. Astrônomos de muitos países trabalham aqui com grandes telescópios ópticos, incluindo o Gran Telescopio Canarias.
O Observatório de Paranal fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2.600 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e acolhe o Very Large Telescope, um conjunto de quatro grandes telescópios que podem funcionar juntos ou separadamente. O céu acima de Paranal está entre os mais escuros e secos da Terra, o que permite observar galáxias distantes, estrelas e outros objetos celestes.
O Observatório do Teide fica perto do cume do vulcão Teide, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. O céu sobre o Atlântico é limpo durante grande parte do ano, o que levou os astrônomos europeus a escolherem este local há décadas. Os telescópios aqui instalados estudam o Sol durante o dia e galáxias distantes à noite, e pesquisadores de todo o mundo trabalham aqui ao longo do ano.
O Royal Observatory Greenwich fica numa colina no sudeste de Londres e é um dos lugares mais importantes da história da astronomia. Foi aqui que se estabeleceu o meridiano de origem, que divide a Terra em leste e oeste. Os edifícios datam do século XVII e abrigam telescópios e instrumentos usados por gerações de astrônomos. Os visitantes podem caminhar pelo recinto, explorar o observatório e assistir à queda da bola vermelha do tempo todos os dias à 1 da tarde.
Os Observatórios de Mauna Kea ficam no topo de um vulcão adormecido no Havaí, a cerca de 4 200 m de altitude. O ar é seco, o céu noturno é muito escuro e a altitude permite observar o universo acima de grande parte da atmosfera terrestre. Telescópios operados por equipas de muitos países estão reunidos aqui para estudar estrelas, galáxias e objetos distantes.
O Observatório Nacional de Kitt Peak fica no topo de uma montanha no deserto de Sonora, no Arizona, em terras pertencentes à Nação Tohono O'odham. O local reúne dezenas de telescópios ópticos e de rádio, tornando-o um dos locais astronómicos mais bem equipados do hemisfério norte. Astrônomos de todo o mundo vêm aqui para estudar o céu noturno, favorecido pelo ar seco e pela baixa poluição luminosa.
O Mount Wilson Observatory fica nas montanhas acima de Los Angeles e foi um dos lugares mais importantes da astronomia do século XX. Foi aqui que Edwin Hubble demonstrou que o universo está em expansão e que existem outras galáxias além da Via Láctea. Alguns dos seus telescópios ainda estão em funcionamento hoje.
O Palomar Observatory fica numa montanha no sul da Califórnia e abriga alguns dos telescópios mais conhecidos do mundo. O seu instrumento principal, o telescópio Hale, foi construído em meados do século XX e continua a ser um dos instrumentos ópticos mais potentes do seu género. A partir daqui, os astrónomos descobriram galáxias, quasares e outros objetos celestes que mudaram profundamente a nossa compreensão do universo.
O Very Large Array é uma rede de radiotelescópios instalada nas planícies desérticas do Novo México, a cerca de 2.100 m de altitude. As suas antenas parabólicas trabalham em conjunto para captar sinais de rádio provenientes do espaço profundo. Os astrónomos utilizam-no para estudar galáxias, buracos negros e outros objetos que os telescópios óticos não conseguem detetar. É um dos observatórios de rádio mais utilizados do mundo.
O Dominion Astrophysical Observatory fica nas colinas da Colúmbia Britânica, no Canadá, e é um dos principais centros de pesquisa astronômica da América do Norte desde o início do século XX. O local abriga um grande telescópio óptico que os astrônomos usam há décadas para observar estrelas, galáxias e outros objetos do céu noturno. Sua história está ligada ao desenvolvimento da astronomia canadense.
ALMA é uma rede de antenas de rádio instalada no deserto do Atacama, no Chile, a cerca de 5.000 metros de altitude. O ar seco e a elevada altitude tornam este um dos melhores locais do mundo para estudar o universo em ondas de rádio. Os astrónomos utilizam o ALMA para observar nuvens de gás frio, galáxias distantes e regiões onde nascem novas estrelas, captando sinais que os telescópios óticos não conseguem detetar.
O Very Large Telescope fica no topo do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile. E operado pelo Observatorio Europeu do Sul e e composto por quatro grandes telescopios principais que podem trabalhar em conjunto para observar objetos muito distantes e fracos no espaco. O ar seco e os ceus limpos do Atacama fazem deste local um dos mais favoraveis do mundo para a astronomia optica. Astronomos de todo o mundo vem ate aqui para estudar estrelas distantes, galaxias e outros corpos celestes.
O Vera Rubin Observatory fica no deserto do Atacama, no Chile, e é dedicado a um dos levantamentos do céu mais ambiciosos já realizados. O seu grande telescópio fotografa amplas porções do céu todas as noites, à procura de objetos que mudam de brilho ou se movem, como asteroides, supernovas e outros fenômenos de curta duração.
O Cerro Tololo Inter-American Observatory está situado em grande altitude nos Andes chilenos e permite que astrônomos das Américas observem o céu do hemisfério sul. As noites são escuras e o ar é seco, o que favorece a observação de objetos que não podem ser vistos do hemisfério norte. Este observatório contribuiu para descobertas relevantes sobre a estrutura do universo.
O Las Campanas Observatory fica nos Andes chilenos, na regiao de Valparaíso, a cerca de 2.500 metros de altitude. Daqui, os astronomos observam o ceu do hemisferio sul com grandes telescopios opticos. O observatorio contribuiu para o estudo de supernovas e galaxias distantes. O ceu seco e escuro sobre o deserto do Atacama torna este lugar um dos mais procurados para a observacao astronomica em todo o mundo.
O observatório de Chacaltaya fica nos Andes bolivianos, perto de La Paz, a cerca de 5 200 metros de altitude. O ar rarefeito e o céu aberto nessa altura permitem observar o universo em condições pouco comuns. Os pesquisadores também estudam raios cósmicos, pois a altitude favorece esse tipo de medição.
FAST e um enorme radiotelescópio esférico construido numa depressao natural entre as montanhas de Guizhou, na China. O seu prato mede cerca de 500 metros de diâmetro, tornando-o um dos maiores do mundo. O telescópio capta sinais de rádio do espaco e e utilizado por investigadores de todo o mundo para estudar estrelas, galáxias e outros objetos celestes.
O Observatório de Xinglong fica na província de Hebei e faz parte dos Observatórios Astronômicos Nacionais da China. Conta com vários telescópios ópticos usados para observar estrelas, galáxias e outros corpos celestes. É um dos centros de pesquisa astronômica mais ativos do país, frequentado por pesquisadores chineses e estrangeiros que aproveitam os céus escuros das colinas da região.
O Indian Astronomical Observatory fica na região de Ladakh, no coração do Himalaia, a grande altitude. O ar seco e o céu aberto durante boa parte do ano tornam este lugar um dos mais favoráveis do Sul da Ásia para observar estrelas e galáxias. Os astrónomos encontram aqui condições de observação difíceis de encontrar em locais de menor altitude.
O Okayama Astrophysical Observatory fica nas colinas da prefeitura de Okayama e é uma das principais estações de pesquisa astronômica do Japão. Os astrônomos utilizam vários telescópios para observar o céu noturno em diferentes áreas da astronomia. O local foi escolhido pelas noites de céu aberto e pela baixa poluição luminosa. Este observatório colabora ativamente com outras instituições de pesquisa no Leste Asiático.
O Observatório Nacional do Irão fica no topo de uma montanha perto de Kashan e é o maior centro astronómico do país. O seu telescópio principal permite aos investigadores observar o céu em noites de grande claridade e participar em programas astronómicos internacionais.
O South African Astronomical Observatory é o principal centro astronómico do sul de África. Situado perto da Cidade do Cabo, observa o céu austral desde o século XIX. Investigadores de todo o mundo vêm aqui estudar estrelas, galáxias e outros objetos difíceis de observar a partir do hemisfério norte.
O Observatório Entoto fica numa colina acima de Adis Abeba, a uma altitude que o mantém longe das luzes da cidade. É um dos principais centros de pesquisa astronômica na África Oriental, onde cientistas estudam o céu noturno e contribuem para o desenvolvimento da astronomia no continente.
O Observatório de Siding Spring fica no estado de Nova Gales do Sul, numa zona afastada das grandes cidades. A baixa poluição luminosa da região faz deste um dos locais mais importantes do hemisfério sul para o estudo do céu noturno. Vários telescópios operam no local, utilizados por investigadores australianos e internacionais. Em noites com céu limpo, a escuridão acima de Siding Spring permite observar galáxias e outros objetos celestes difíceis de ver a partir do hemisfério norte.
O Observatório Mount Stromlo fica numa colina nos arredores de Canberra e é há mais de um século um centro de referência para a astronomia australiana. Os investigadores aqui estudaram o céu noturno do hemisfério sul e deram contribuições relevantes para a astronomia ótica e a astrofísica. Um grande incêndio florestal em 2003 destruiu grande parte do local, que foi parcialmente reconstruído e continua a funcionar como centro de investigação.
O Observatório de Haute-Provence fica nas colinas do sul da França, longe das luzes das cidades. É um dos centros de investigação astronómica mais antigos de França e está em funcionamento há décadas. Em 1995, os astrónomos que trabalhavam aqui descobriram o primeiro exoplaneta a orbitar uma estrela semelhante ao Sol, uma descoberta que transformou a nossa visão do universo. O local continua ativo para a investigação e recebe também visitantes.
O Observatório de La Silla fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2400 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e está em funcionamento desde os anos 1960. No local existem vários telescópios utilizados por astrônomos de todo o mundo para observar o céu austral. Ao longo das décadas, este observatório foi o palco de muitas descobertas, incluindo as primeiras observações de exoplanetas e supernovas.
O Observatório do Roque de los Muchachos fica no topo de um vulcão em La Palma, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. Lá em cima, o céu é escuro e o ar é seco, o que faz deste um dos melhores lugares do hemisfério norte para observar as estrelas. Astrônomos de muitos países trabalham aqui com grandes telescópios ópticos, incluindo o Gran Telescopio Canarias.
O Observatório de Paranal fica no deserto do Atacama, no norte do Chile, a cerca de 2.600 metros de altitude. É gerido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e acolhe o Very Large Telescope, um conjunto de quatro grandes telescópios que podem funcionar juntos ou separadamente. O céu acima de Paranal está entre os mais escuros e secos da Terra, o que permite observar galáxias distantes, estrelas e outros objetos celestes.
O Observatório do Teide fica perto do cume do vulcão Teide, nas Ilhas Canárias, a cerca de 2.400 metros de altitude. O céu sobre o Atlântico é limpo durante grande parte do ano, o que levou os astrônomos europeus a escolherem este local há décadas. Os telescópios aqui instalados estudam o Sol durante o dia e galáxias distantes à noite, e pesquisadores de todo o mundo trabalham aqui ao longo do ano.
O Royal Observatory Greenwich fica numa colina no sudeste de Londres e é um dos lugares mais importantes da história da astronomia. Foi aqui que se estabeleceu o meridiano de origem, que divide a Terra em leste e oeste. Os edifícios datam do século XVII e abrigam telescópios e instrumentos usados por gerações de astrônomos. Os visitantes podem caminhar pelo recinto, explorar o observatório e assistir à queda da bola vermelha do tempo todos os dias à 1 da tarde.
Os Observatórios de Mauna Kea ficam no topo de um vulcão adormecido no Havaí, a cerca de 4 200 m de altitude. O ar é seco, o céu noturno é muito escuro e a altitude permite observar o universo acima de grande parte da atmosfera terrestre. Telescópios operados por equipas de muitos países estão reunidos aqui para estudar estrelas, galáxias e objetos distantes.
O Observatório Nacional de Kitt Peak fica no topo de uma montanha no deserto de Sonora, no Arizona, em terras pertencentes à Nação Tohono O'odham. O local reúne dezenas de telescópios ópticos e de rádio, tornando-o um dos locais astronómicos mais bem equipados do hemisfério norte. Astrônomos de todo o mundo vêm aqui para estudar o céu noturno, favorecido pelo ar seco e pela baixa poluição luminosa.
O Mount Wilson Observatory fica nas montanhas acima de Los Angeles e foi um dos lugares mais importantes da astronomia do século XX. Foi aqui que Edwin Hubble demonstrou que o universo está em expansão e que existem outras galáxias além da Via Láctea. Alguns dos seus telescópios ainda estão em funcionamento hoje.
O Palomar Observatory fica numa montanha no sul da Califórnia e abriga alguns dos telescópios mais conhecidos do mundo. O seu instrumento principal, o telescópio Hale, foi construído em meados do século XX e continua a ser um dos instrumentos ópticos mais potentes do seu género. A partir daqui, os astrónomos descobriram galáxias, quasares e outros objetos celestes que mudaram profundamente a nossa compreensão do universo.
O Very Large Array é uma rede de radiotelescópios instalada nas planícies desérticas do Novo México, a cerca de 2.100 m de altitude. As suas antenas parabólicas trabalham em conjunto para captar sinais de rádio provenientes do espaço profundo. Os astrónomos utilizam-no para estudar galáxias, buracos negros e outros objetos que os telescópios óticos não conseguem detetar. É um dos observatórios de rádio mais utilizados do mundo.
O Dominion Astrophysical Observatory fica nas colinas da Colúmbia Britânica, no Canadá, e é um dos principais centros de pesquisa astronômica da América do Norte desde o início do século XX. O local abriga um grande telescópio óptico que os astrônomos usam há décadas para observar estrelas, galáxias e outros objetos do céu noturno. Sua história está ligada ao desenvolvimento da astronomia canadense.
ALMA é uma rede de antenas de rádio instalada no deserto do Atacama, no Chile, a cerca de 5.000 metros de altitude. O ar seco e a elevada altitude tornam este um dos melhores locais do mundo para estudar o universo em ondas de rádio. Os astrónomos utilizam o ALMA para observar nuvens de gás frio, galáxias distantes e regiões onde nascem novas estrelas, captando sinais que os telescópios óticos não conseguem detetar.
O Very Large Telescope fica no topo do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile. E operado pelo Observatorio Europeu do Sul e e composto por quatro grandes telescopios principais que podem trabalhar em conjunto para observar objetos muito distantes e fracos no espaco. O ar seco e os ceus limpos do Atacama fazem deste local um dos mais favoraveis do mundo para a astronomia optica. Astronomos de todo o mundo vem ate aqui para estudar estrelas distantes, galaxias e outros corpos celestes.
O Vera Rubin Observatory fica no deserto do Atacama, no Chile, e é dedicado a um dos levantamentos do céu mais ambiciosos já realizados. O seu grande telescópio fotografa amplas porções do céu todas as noites, à procura de objetos que mudam de brilho ou se movem, como asteroides, supernovas e outros fenômenos de curta duração.
O Cerro Tololo Inter-American Observatory está situado em grande altitude nos Andes chilenos e permite que astrônomos das Américas observem o céu do hemisfério sul. As noites são escuras e o ar é seco, o que favorece a observação de objetos que não podem ser vistos do hemisfério norte. Este observatório contribuiu para descobertas relevantes sobre a estrutura do universo.
O Las Campanas Observatory fica nos Andes chilenos, na regiao de Valparaíso, a cerca de 2.500 metros de altitude. Daqui, os astronomos observam o ceu do hemisferio sul com grandes telescopios opticos. O observatorio contribuiu para o estudo de supernovas e galaxias distantes. O ceu seco e escuro sobre o deserto do Atacama torna este lugar um dos mais procurados para a observacao astronomica em todo o mundo.
O observatório de Chacaltaya fica nos Andes bolivianos, perto de La Paz, a cerca de 5 200 metros de altitude. O ar rarefeito e o céu aberto nessa altura permitem observar o universo em condições pouco comuns. Os pesquisadores também estudam raios cósmicos, pois a altitude favorece esse tipo de medição.
FAST e um enorme radiotelescópio esférico construido numa depressao natural entre as montanhas de Guizhou, na China. O seu prato mede cerca de 500 metros de diâmetro, tornando-o um dos maiores do mundo. O telescópio capta sinais de rádio do espaco e e utilizado por investigadores de todo o mundo para estudar estrelas, galáxias e outros objetos celestes.
O Observatório de Xinglong fica na província de Hebei e faz parte dos Observatórios Astronômicos Nacionais da China. Conta com vários telescópios ópticos usados para observar estrelas, galáxias e outros corpos celestes. É um dos centros de pesquisa astronômica mais ativos do país, frequentado por pesquisadores chineses e estrangeiros que aproveitam os céus escuros das colinas da região.
O Indian Astronomical Observatory fica na região de Ladakh, no coração do Himalaia, a grande altitude. O ar seco e o céu aberto durante boa parte do ano tornam este lugar um dos mais favoráveis do Sul da Ásia para observar estrelas e galáxias. Os astrónomos encontram aqui condições de observação difíceis de encontrar em locais de menor altitude.
O Okayama Astrophysical Observatory fica nas colinas da prefeitura de Okayama e é uma das principais estações de pesquisa astronômica do Japão. Os astrônomos utilizam vários telescópios para observar o céu noturno em diferentes áreas da astronomia. O local foi escolhido pelas noites de céu aberto e pela baixa poluição luminosa. Este observatório colabora ativamente com outras instituições de pesquisa no Leste Asiático.
O Observatório Nacional do Irão fica no topo de uma montanha perto de Kashan e é o maior centro astronómico do país. O seu telescópio principal permite aos investigadores observar o céu em noites de grande claridade e participar em programas astronómicos internacionais.
O South African Astronomical Observatory é o principal centro astronómico do sul de África. Situado perto da Cidade do Cabo, observa o céu austral desde o século XIX. Investigadores de todo o mundo vêm aqui estudar estrelas, galáxias e outros objetos difíceis de observar a partir do hemisfério norte.
O Observatório Entoto fica numa colina acima de Adis Abeba, a uma altitude que o mantém longe das luzes da cidade. É um dos principais centros de pesquisa astronômica na África Oriental, onde cientistas estudam o céu noturno e contribuem para o desenvolvimento da astronomia no continente.
O Observatório de Siding Spring fica no estado de Nova Gales do Sul, numa zona afastada das grandes cidades. A baixa poluição luminosa da região faz deste um dos locais mais importantes do hemisfério sul para o estudo do céu noturno. Vários telescópios operam no local, utilizados por investigadores australianos e internacionais. Em noites com céu limpo, a escuridão acima de Siding Spring permite observar galáxias e outros objetos celestes difíceis de ver a partir do hemisfério norte.
O Observatório Mount Stromlo fica numa colina nos arredores de Canberra e é há mais de um século um centro de referência para a astronomia australiana. Os investigadores aqui estudaram o céu noturno do hemisfério sul e deram contribuições relevantes para a astronomia ótica e a astrofísica. Um grande incêndio florestal em 2003 destruiu grande parte do local, que foi parcialmente reconstruído e continua a funcionar como centro de investigação.
O Observatório de Haute-Provence fica nas colinas do sul da França, longe das luzes das cidades. É um dos centros de investigação astronómica mais antigos de França e está em funcionamento há décadas. Em 1995, os astrónomos que trabalhavam aqui descobriram o primeiro exoplaneta a orbitar uma estrela semelhante ao Sol, uma descoberta que transformou a nossa visão do universo. O local continua ativo para a investigação e recebe também visitantes.
Visitar um observatório ajuda a entender como os astrônomos observam o universo. Escolha um local aberto a visitantes e chegue antes do pôr do sol para aproveitar ao máximo a experiência. Leve roupas quentes, mesmo no verão, pois as altitudes elevadas podem ser frias à noite.