Mangi-Tungi, Templo jainista no distrito de Nashik, Índia.
Mangi-Tungi consiste em dois picos gêmeos que se elevam a 1370 metros acima do nível do mar, com múltiplos templos rupestres esculpidos nas encostas da montanha contendo inscrições antigas. As estruturas do templo estão distribuídas por ambas as colinas e incluem tanto cavernas naturais como santuários esculpidos na rocha.
Em Mangi-Tungi foram instalados ídolos em 595 d.C. com inscrições, e a gruta Adinath conserva uma datada de 1343. A Estátua de Ahimsa, imagem monolítica de Rishabhanatha com 108 pés, foi consagrada em fevereiro de 2016 após o lançamento da primeira pedra em 1996; a obra durou cerca de vinte anos sob a orientação da monja Gyanmati Mataji.
O complexo de templos tem a reputação de ser um Siddha Kshetra, um lugar onde segundo a tradição religiosa noventa e nove crore de ascetas alcançaram a liberação através da meditação. Os peregrinos sobem hoje aos diferentes templos rupestres esculpidos nas encostas da montanha, que preservam inscrições de séculos passados.
A subida tem cerca de 3.500 degraus, umas duas horas, e não há água no monte, pelo que deve levá-la desde a base. A aldeia de Bhilwad, perto de Tahrabad, tem dharamshalas geridos pelo Mangi-Tungi Trust para pernoitar. O acesso faz-se via Satana a partir de Nashik ou via Malegaon; as estações de comboio mais próximas são Navapur e Manmad.
A estátua de Ahimsa de 108 pés, imagem monolítica de Rishabhanatha, foi consagrada em fevereiro de 2016 após cerca de vinte anos de trabalho. As suas proporções foram fixadas estudando textos em dez idiomas, incluindo filosofia grega e o texto Vasunandi da tradição jainista, convertendo depois as medidas em angula para pés.
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