Hameau de Chantilly, Capricho no parque do castelo, Chantilly, França
O Hameau de Chantilly é uma folly de sete casinhas rústicas com telhado de palha no parque do castelo de Chantilly, construída em 1774. Restam cinco: le Salon, le Billard, la Salle à manger, la Cuisine e le Moulin; l'Étable e o Cabinet de lecture desapareceram. As paredes brancas com enxaimel, os telhados de palha inclinados e as chaminés de tijolo imitam as quintas do leste da Normandia.
Luís José, príncipe de Condé, mandou construir em 1774 pelo seu arquiteto Jean-François Leroy sete casas rústicas no parque do castelo de Chantilly, dois anos após o início do jardim anglo-chinês vizinho. O sucesso da aldeia inspirou a Maria Antonieta a sua Aldeia da Rainha no Petit Trianon, em Versalhes. A Revolução poupou-a e o duque de Aumale restaurou-a após regressar a Chantilly em 1870.
Os nomes das cabanas recordam o seu papel nos divertimentos de verão do príncipe: le Salon, le Billard, la Salle à manger, la Cuisine, le Moulin, l'Étable e le Cabinet de lecture. Outrora, música, dança e fogos de artifício acompanhavam as ceias. O moinho abriga hoje o restaurante Aux Goûters Champêtres, e nas proximidades há um labirinto de 4.000 m².
A aldeia fica na parte leste do parque do castelo de Chantilly, junto a um labirinto de 4.000 m² criado ao lado. O moinho acolhe o ponto de merendas campestres, com bebidas e lanches, e no verão há passeios de barco no Grand Canal. Restam cinco das sete casas, pelo que o conjunto se percorre a pé.
Em 1787, Bathilde d'Orléans, cuja residência principal era o castelo de Chantilly, mandou construir um hameau semelhante nos jardins do palácio do Eliseu, em Paris. Os cinco chalés que restam chamam-se Salon, Billard, Salle à manger, Cuisine e Moulin; l'Étable e o Cabinet de lecture já não existem.
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