Bayan Har Mountains, Cordilheira na província de Qinghai, China
As montanhas Bayan Har estendem-se do centro-sul de Qinghai para leste-sudeste por mais de 780 km até a fronteira entre Qinghai e Sichuan, como um ramo dos Kunlun. A vertente norte é suave e a sul é escarpada, cortada por muitos vales profundos. O monte Golog é o pico mais alto, com 5.369 m, e as elevações acima de 5.000 m mantêm neve o ano todo.
O nome mongol Bayan Har significa «rico e negro»; as formas antigas Bayen-káras e Bayan-Kara-Ula designavam a mesma cordilheira. Geologicamente é considerada um ramo dos montes Kunlun e estende-se por mais de 780 km do centro-sul do Qinghai até à fronteira Qinghai-Sichuan. A vertente norte é suave, a sul escarpada e cortada por vales profundos.
O nome vem do mongol e significa "Rico e Negro". A maioria dos pastores da cordilheira é tibetana e usa as encostas baixas e as colinas como pastagem de verão para ovelhas e iaques. No romance Bride of the Rat God (1994), de Barbara Hambly, o mago Shang Ko é descrito como o último dos feiticeiros do Bayan Har Shan.
A cordilheira estende-se por mais de 780 km do centro-sul do Qinghai para sudeste até à fronteira Qinghai-Sichuan. Acima dos 5.000 m a neve permanece todo o ano, pelo que o trânsito se limita às encostas baixas e aos vales, onde no verão pastores tibetanos apascentam ovelhas e iaques. O acesso faz-se a partir de Xining, capital provincial, contando com a altitude do planalto.
A vertente norte abriga a bacia de Yueguzonglie e os lagos Gyaring e Ngoring, nascente do rio Amarelo. O nome Bayan Har vem do mongol e significa «rico e negro»; também se registam as formas Bayen-káras e Bayan-Kara-Ula. A cordilheira aparece no primeiro episódio do anime Ranma ½ (1989), onde ficam as fontes amaldiçoadas de Jusenkyo.
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