Gruta Rei do Mato, Formação de cavernas calcárias em Sete Lagoas, Brasil
A Gruta Rei do Mato é uma caverna de calcário a 62 km de Belo Horizonte, junto ao trevo da BR-040 para Sete Lagoas. Seus 998 m de galerias, 220 m abertos à visitação, descem 31 m por quatro salões. O Salão das Raridades tem colunas de calcita paralelas com mais de 20 m de altura e 20 m de diâmetro.
A gruta integra a Formação Sete Lagoas, no carste de Lagoa Santa, ao norte de Belo Horizonte. Em 25 de agosto de 2009, a Lei Estadual 18.348 a transformou no Monumento Natural Estadual Gruta Rei do Mato, unidade de conservação de proteção integral com 998 metros de extensão, dos quais 220 metros são abertos à visitação. Seus quatro salões guardam pinturas rupestres de cerca de seis mil anos.
O nome da gruta vem de um homem de identidade ignorada que atravessava o mato todos os dias a caminho da cidade e era chamado de Rei do Mato, possivelmente fugitivo da Revolução de 1930. Na pequena gruta vizinha, a Grutinha, as pinturas foram feitas com sangue e gordura vegetal, e ali foram encontradas, soterradas, ferramentas indígenas petrificadas em perfeito estado.
A gruta fica à beira da BR-040, junto ao trevo de acesso a Sete Lagoas, a 62 km de Belo Horizonte; chega-se de ônibus, táxi ou carro. Dos 998 metros do monumento, 220 metros estão abertos à visitação, com desnível de 31 metros. O projeto de urbanização durou mais de dois anos e não se resumiu a acesso e iluminação.
No Salão das Raridades erguem-se as Torres Gêmeas, colunas gêmeas de calcita com mais de 20 m de altura e 20 m de diâmetro, encontradas no Brasil somente aqui. A gruta guarda ainda uma réplica em resina do Xenorhinotherium bahiensis, mamífero pleistocênico extinto cujos ossos foram achados numa pequena gruta vizinha.
A comunidade de viajantes curiosos
AroundUs reúne milhares de lugares selecionados, dicas locais e joias escondidas, enriquecidos diariamente por mais de 93.365 colaboradores em todo o mundo.