Museo Arqueológico Argentino Ambato, Museu arqueológico em La Falda, Argentina.
O Museo Arqueológico Argentino Ambato exibe objetos da vida cotidiana e rituais de pessoas que viveram nesta região há muito tempo, incluindo cerâmica, urnas, cachimbos e máscaras. A coleção contém mais de 300 peças e fornece compreensão das diferentes culturas que habitaram essas áreas.
O arqueólogo amador Aroldo Rosso reuniu a coleção ao longo de 40 anos de buscas e escavações, sobretudo no Departamento Ambato, em Catamarca; Alberto Rex González datou por carbono-14 a Fase Ambato da cultura Aguada entre 650 e 900 d.C., 200 anos mais antiga do que se pensava. O museu abriu ao público em 23 de outubro de 1987 sob o governo de Eduardo Angeloz, numa casa de verão de 1930 construída por Guillermo Valdés que depois abrigou o Colégio San José.
A coleção do museu reflete vários povos regionais que viveram nestes territórios muito antes da existência das fronteiras modernas, cada um deixando atrás cerâmica característica e objetos rituais que contam histórias de sua vida cotidiana e crenças. Ao caminhar pelas galerias, encontra-se o trabalho de múltiplas comunidades cujas tradições artísticas moldaram a paisagem por séculos.
O museu ocupa a casona de 1930 construída por Guillermo Valdés como residência de verão, depois sede do Colegio San José até 1969. Fica entre eucaliptos em La Falda, província de Córdoba. O edifício é bem de interesse histórico, artístico e arquitetônico nacional; a coleção é gerida pela Asociación Civil Amigos del Museo Ambato.
Em meados de março de 2008, cerca de 95% das peças, então expostas no Hotel Edén, foram roubadas. Uma busca em 2012 num depósito da rua Libertad, em Buenos Aires, recuperou 58 objetos avaliados entre 700 mil e um milhão de dólares; o dono foi indiciado por receptação.
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