Viedma, Vulcão na Patagônia Sul, Chile
O Viedma é um suposto vulcão subglacial do campo de gelo patagônico sul, a sudoeste do monte FitzRoy. Seu possível edifício, o nunatak Viedma, eleva-se a cerca de 1.500 metros acima do nível do mar, mas está em grande parte sepultado sob a geleira Viedma e apenas algumas partes afloram. O nunatak é alongado no sentido norte-sul e mostra estrias e depósitos glaciais; as amostras de rocha são gnaisses e xistos metamórficos jurássicos, sem rochas magmáticas.
Em 1944-1945 e 1950, voos de reconhecimento relataram possíveis fumarolas no nunatak Viedma, que ficou conhecido como «Volcán Viedma». Uma expedição em 1958-1959 encontrou pedra-pome no glaciar Viedma mas nenhuma rocha magmática no nunatak, e em abril de 2019 o Global Volcanism Program removeu Viedma da sua lista de vulcões.
O nome Viedma vem do lago e da geleira Viedma próximos, batizados em homenagem ao explorador espanhol Francisco de Viedma. O nunatak foi chamado por muito tempo de «Volcán Viedma» após os voos de reconhecimento de 1944-1945 e 1950 indicarem possíveis fumarolas. Em abril de 2019, o Programa Global de Vulcanismo o retirou da lista de vulcões.
O local é acessível apenas para expedições alpinistas especializadas devido a sua posição sob gelo espesso e condições meteorológicas extremas. Os visitantes devem se preparar para mudanças rápidas de clima e viajar com guias experientes familiarizados com o terreno glacial.
Em abril de 2019, o Global Volcanism Program retirou o Viedma da sua lista de vulcões: uma expedição de 1958-1959 encontrou no nunatak apenas gnaisses e xistos jurássicos, sem rochas magmáticas. As crateras descritas foram depois reinterpretadas como circos glaciares com lagoas.
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