Viedma Glacier, Geleira em Magalhães e Antártica Chilena, Chile e Argentina.
O Glaciar Viedma é uma vasta extensão de gelo que atravessa a paisagem da Patagônia sul e deságua no Lago Viedma. Sua superfície apresenta diferentes texturas e fissuras formadas pelo movimento contínuo dessa massa de gelo.
O glaciar Viedma drena a vertente oriental do campo de gelo Patagônico Sul, um dos seus 48 glaciares de saída com mais de 20 km². O setor baixo e oriental fica no parque nacional Los Glaciares, declarado Patrimônio Mundial em 1981; as fontes norte, no parque nacional Bernardo O'Higgins. O setor intermediário atravessa a área não demarcada do Acordo de 1998 entre Argentina e Chile, do monte Fitz Roy ao cerro Daudet.
O nome vem do lago Viedma, alimentado pela água de degelo da geleira; o lago homenageia o explorador espanhol Francisco de Viedma, do século XVIII. As excursões ao fronto partem do cais de Bahía Túnel, a 18 km de El Chaltén, vila turística de onde saem quase todas as visitas.
As excursões de barco até à frente do glaciar partem do cais de Bahía Túnel, a 18 km de El Chaltén; a navegação no lago e diante da frente dura duas horas e meia. Uma opção de seis horas acrescenta um percurso de 400 m sobre o gelo com grampos, e uma de nove horas inclui escalada no gelo. A frente tem 2,5 km de largura e 50 m de altura.
Linhas paralelas escuras marcam a superfície branca onde detritos se misturam com gelo recém-formado. Essas faixas contam a história do fluxo constante e das camadas sucessivas que se acumularam ao longo do tempo.
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