Mangan-ji, Templo buddhista em Azumino, Japão
Mangan-ji é um templo da escola Buzan-ha da seita Shingon em Azumino, província de Nagano, com o nome de montanha Kurio-san. Consagra uma Kanzeon dos Mil Braços e é a 26.ª etapa da peregrinação dos Trinta e Três Kannon de Shinano, também chamada «Shinano Kōya». O recinto inclui uma ponte de madeira coberta, a Kyōbashi, e uma sala Jizō com cerca de 500 estátuas.
Segundo a tradição do templo, o Mangan-ji foi fundado na era Jinki (por volta de 725), quando uma imagem de Buda de 5 cm emergiu de um lago e foi construído um edifício para a abrigar. Um documento registra que Minamoto no Yoshinaka doou florestas de montanha por volta de 1181. Após a queda do clã Nishina, o templo foi transferido para o local atual por volta de 1582 durante reparos ordenados por Ogasawara Sadayoshi, senhor do castelo de Matsumoto, e depois passou para a proteção do domínio de Matsumoto. Foi abolido em 1870 pela política antibudista haibutsu kishaku e restaurado em 1876.
O templo é a 26.ª etapa da peregrinação dos trinta e três Kannon de Shinano e também é chamado de «Shinshū Kōya». Perto da entrada, uma ponte de madeira coberta chamada «Okyō-bashi» tem sutras escritos no verso das tábuas; atravessá-la exigiria a recitação de um sutra. Ao lado da ponte há um salão Jizō com cerca de 500 estátuas de Jizō, e a água de nascente «Meisui» do templo é conhecida como uma das águas famosas de Azumino.
O acesso é feito a partir da estação JR de Akashina (linha Shinonoi) ou da estação de Hotaka (linha Oito): autocarro para Maki durante 40 minutos até ao terminal e depois cerca de 40 minutos a pé. O recinto do templo situa-se a cerca de 900 m de altitude, pelo que é preciso prever tempo para a subida. O percurso começa na ponte de madeira coberta chamada Okyo-bashi, que se atravessa a pé.
O templo também é chamado de «Shinano Koya», e a sua nascente, conhecida como «água famosa de Azumino», brota a 900 m de altitude. Junto à entrada, uma ponte de madeira coberta com 10 m de comprimento e 2,5 m de largura, a Okyo-bashi, tem sutras escritos no verso das tábuas; diz-se que é preciso recitar um sutra ao atravessá-la.
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