Corvaja Palace, Palácio medieval na Piazza Badia, Taormina, Itália.
O Palácio Corvaja é um palácio em Taormina que combina elementos arquitetônicos de diferentes períodos em uma única estrutura. O edifício possui um pátio central com janelas em arco gótico, janelas lancetadas separadas por colunas e paredes decoradas com relevos em pedra esculpida.
O palácio assenta em fundações romanas e incorpora uma fortaleza normanda dos séculos XII a XIV; o corpo principal é uma torre de estilo normando, absorvida no edifício a partir do final do século XIII. A sala do Maestro giustiziere foi construída por Juan de Termes, nomeado por Frederico II. A ala direita foi acrescentada no início do século XV para o Parlamento siciliano, reunido aqui em 1410 ou 1411 sob a regência de Branca de Navarra. O edifício foi expropriado no pós-guerra e restaurado em três anos pelo arquiteto napolitano Armando Dillon.
O palácio deve o nome à família Corvaja, uma das mais antigas de Taormina, que o possuiu de 1538 a 1945. Os três relevos da Criação, esculpidos em pedra de Siracusa, ficam no patamar da pequena escada que sobe do pátio ao primeiro andar. Hoje o rés-do-chão alberga o posto de informações turísticas e o primeiro andar o museu de Artes e Tradições Populares.
O edifício abriga atualmente um escritório de turismo e um museu com coleções de cultura siciliana e artesanato tradicional. O pátio central é visível a partir das galerias circundantes, permitindo que os visitantes vejam os detalhes arquitetônicos sob diferentes ângulos.
A torre árabe foi incorporada ao restante do edifício a partir do final do século XIII, sobrevivendo como corpo principal do palácio e não como construção isolada. A família Corvaja, que deu nome ao palácio, foi sua proprietária de 1538 a 1945.
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