Antinum, Sítio arqueológico em Civita d'Antino, Itália.
Antinum é a antiga cidade dos marsos cujo sítio se encontra sob a atual Civita d'Antino, no vale Roveto. Conservam-se cerca de 1.300 metros de muralhas poligonais de calcário da primeira metade do século V a.C. em todos os lados exceto o leste, onde as paredes abruptas das gargantas serviam de defesa. No interior, duas paredes em opus reticulatum do final da República são chamadas Terme; o fórum, entre a igreja de Santo Stefano, o palazzo Ferrante e a porta Norte, perdeu-se.
Antinum foi um centro importante do povo itálico dos marsos desde o I milénio a.C. até à sua submissão a Roma no final do século IV a.C. Tornou-se então um município romano cujos habitantes eram chamados Marsi Antinates e conheceu um desenvolvimento contínuo ao longo dos séculos. Na Idade Média, a acrópole foi transformada numa cidadela em torno da torre dita dos Colonna, no centro histórico da atual Civita d'Antino.
Os marsos antinates deixaram inscrições em língua marsa, entre elas o Bronze de Antino, uma dedicatória à deusa Vesuna encontrada no sítio ou nas suas imediações. O nome Antinum sobrevive no atual Civita d'Antino, e a torre medieval dos Colonna ergueu-se sobre a antiga acrópole.
O sítio fica a 904 metros de elevação, o que significa que são necessários sapatos resistentes e tempo para exploração. Os visitantes devem saber que os restos estão espalhados pelo terreno e caminhar pode ser exigente.
Entre os achados de Antinum está o Bronze de Antino, uma inscrição em língua marsa com uma dedicação à divindade Vesuna. É um dos poucos testemunhos escritos dos marsos, povo itálico submetido por Roma no final do século IV a.C.
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