Belmont, Fortaleza cruzada nas colinas de Jerusalém, Israel.
Belmont é a ruína de uma fortaleza cruzada no Tel Tzova, cerca de 10 km a oeste de Jerusalém. A muralha externa forma um polígono irregular de cerca de 100 por 115 metros, de silhares assentes sobre uma base rochosa talhada, com um portão principal a sul. No interior, uma segunda muralha rodeia um pátio com um edifício de três alas, restos de escada de pedra, lagares de azeite e de uva, e uma construção abobadada cuja parede tem gravados um cavalo e uma planta de três folhas invertida.
Os Hospitalários compraram a aldeia de Abu Ghaush por volta de 1140 e ergueram o castelo de Belmont numa colina próxima; um castelão é mencionado já em 1157. As forças de Saladino tomaram-no em agosto de 1187 e, em setembro de 1191, ele ordenou a sua destruição. Quatro moedas inglesas de 1180–1247 sugerem um regresso dos cruzados.
As ruínas mostram arquitetura militar medieval através de muros de pedra que revelam as técnicas construtivas da época das Cruzadas. Os visitantes podem ver como a fortaleza era usada para controlar e defender o território ao redor.
As ruínas ficam no Tel Tzova, dentro do kibutz Tzova, cerca de 10 km a oeste de Jerusalém, com acesso pela estrada Jafa-Jerusalém via Abu Ghosh. O anel externo de muralhas mede cerca de 100 por 115 m, com o portão principal ao sul voltado para leste; o recinto interno mede cerca de 33 por 40 m. O terreno é irregular e em parte coberto de vegetação, pelo que convém calçado resistente.
A muralha exterior cruzada forma um anel irregular de oito lados com 215 metros de comprimento, de silhares assentes numa base inclinada escavada na rocha. No interior, um cavalo ou burro está gravado na parede do edifício abobadado, e outra pedra tem uma gravura cruzada de uma planta de três folhas invertida.
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