Givat ha-Radar, Cume nas colinas de Jerusalém, Israel
Givat ha-Radar é um pico nas colinas de Jerusalém a 880 metros de elevação com uma torre de observação projetada pelos arquitetos Aryeh e Eldad Sharon. Uma trilha de dois quilômetros conecta o cume à Floresta Maale HaHamisha e continua até o Cemitério Militar Kiryat Anavim.
Os britânicos instalaram na colina uma estação repetidora de rádio-telefone, apelidada «o Radar» pela forma de prato, e desmontaram-na a 11 de maio de 1948. A 13 de maio tropas do Palmach tomaram o posto, mas um contra-ataque jordano com blindados retomou-o a 26 de maio; outras duas tentativas falharam. A Jordânia manteve o sítio fortificado até 5 de junho de 1967, quando os carros da brigada Harel tomaram as três posições (Radar 1-3) em poucas horas.
A inauguração ocorreu em 4 de junho de 1975. Num muro conservado da antiga posição, uma placa lista os mortos de Givat ha-Radar: trinta combatentes da brigada Palmach Harel de 1948, dez do batalhão Beit Horon, dois membros de Kiryat Ye'arim e cinco soldados blindados da brigada Harel de 1967. Junto à torre estão expostos tanques e veículos blindados.
A caminhada até o cume é moderada e principalmente por caminhos estabelecidos, embora a elevação deva ser considerada. Visitas no início da manhã ou no final da tarde oferecem as temperaturas mais confortáveis e as melhores vistas.
A instalação britânica na colina foi descrita durante muito tempo como estação de radar, mas pesquisas posteriores concluíram que era uma estação repetidora de radio-telefone. A sua forma de prato deu origem ao nome errado «Radar», que o povoado vizinho de Har Adar ainda conserva.
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