Monastery of the Amalfitani, Mosteiro bizantino no Monte Athos, Grécia.
O Mosteiro dos Amalfitanos, também chamado Amalfinon ou Morfonos, está em ruínas a meio caminho entre a Grande Lavra e o mosteiro de Karakallou, no Monte Athos. Fundado por monges beneditinos de Amalfi, restam apenas vestígios de alvenaria na zona ainda chamada Morfonos ou Amalfinos, cuidada por cinco monges da Grande Lavra.
O mosteiro foi fundado no século X por monges provenientes da cidade de Amalfi, tornando-se uma das raras fundações ocidentais alguma vez estabelecidas no Monte Athos. Com o tempo, a comunidade entrou em declínio e os edifícios ficaram sem uso, embora partes do local tenham sido restauradas posteriormente.
O mosteiro foi uma das três casas latinas do Monte Athos, fundada por monges beneditinos de Amalfi que mantinham o latim como língua litúrgica e seguiam a regra de São Bento. O seu abade assinava em latim as cartas atonitas, em segundo lugar depois do abade da Grande Lavra. O sítio está hoje em ruínas e a zona em volta ainda se chama Morfonos ou Amalfinos por causa dele.
Os homens que pretendem visitar o Monte Athos precisam de uma autorização especial chamada diamonitirion, emitida em número diário limitado, pelo que é fortemente recomendável reservar com muita antecedência. As mulheres não têm permissão para entrar na península em nenhuma circunstância, uma regra em vigor há séculos.
O mosteiro foi construído entre 985 e 990 por sete monges beneditinos liderados por Leão o Velho, chegados a convite dos georgianos de Iviron. Os seus abades assinavam em latim as cartas do Athos: em 1017, o abade João assinava em segundo lugar, logo após a Grande Lavra. Hoje o local está em ruínas e a zona continua a chamar-se Morfonos ou Amalfinos.
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