Liege Fine Arts Museum, Museu de arte em Féronstrée et Hors-Château, Liège, Bélgica.
O Musée des beaux-arts de Liège (BAL) ocupava um edifício projetado por Henri Bonhomme entre 1975 e 1980, no bairro Féronstrée et Hors-Château. A coleção permanente era exibida numa sala de exposição em espiral que antes abrigava o Musée de l'Art wallon, enquanto a Salle Saint-Georges mostrava obras de artistas contemporâneos de Liège e da Valónia. O museu encerrou a 28 de fevereiro de 2016 e as suas coleções foram transferidas para La Boverie.
O museu abriu em 2011 após a reorganização de várias coleções de arte na cidade. Esta consolidação reuniu acervos dispersos e estabeleceu um novo espaço institucional para o patrimônio artístico de Lieja.
O nome BAL, abreviatura de Beaux-Arts Liège, foi adotado na abertura do museu em 2011. As suas exposições reuniam três coleções distintas: o Musée de l'Art wallon, o MAMAC e o Cabinet des Estampes et des Dessins. Na sala Saint-Georges eram mostradas obras de artistas contemporâneos de Liège e da Valónia.
O museu ocupava um edifício do arquiteto Henri Bonhomme no bairro de Féronstrée e Hors-Château, junto ao Grand Curtius. A coleção permanente era exposta numa sala em espiral que tinha albergado o Musée de l'Art Wallon, enquanto a Salle Saint-Georges mostrava artistas contemporâneos de Liège e da Valónia. Encerrou a 28 de fevereiro de 2016 e as coleções passaram para La Boverie, no parque de la Boverie, inaugurada a 5 de maio de 2016.
O núcleo do gabinete de estampas é formado por folhas anteriores a 1800 reunidas pelo cónego Henri Hamal, último mestre de capela da catedral de São Lamberto. A este junta-se o legado de 2.000 peças do colecionador liejês Ulysse Capitaine, incluindo antigas vistas e plantas da cidade.
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