Adelaide Botanic Garden, Jardim botânico em Adelaide, Austrália.
O Jardim Botânico de Adelaide é um jardim botânico de 51 hectares no Sul da Austrália com coleções diversas de plantas, estufas vitorianas e seções de jardim formal. O terreno exibe plantas de todo o mundo ao lado de espécies australianas nativas dispostas ao longo de caminhos cuidadosamente projetados.
O coronel William Light reservou primeiro uma ilhota do rio Torrens, nos West Parklands, para um jardim botânico, mas as cheias obrigaram ao abandono. Em 1839 John Bailey fez uma terceira tentativa na margem norte do rio, sem financiamento. Em 1854 a Agricultural and Horticultural Society e George William Francis conseguiram o local atual, aprovado em janeiro de 1855; Francis foi nomeado superintendente nesse ano e o jardim abriu a 4 de outubro de 1857.
O nome do jardim remete à sua função, não a uma pessoa. O primeiro diretor, George William Francis, dava palestras no templo rústico que mandou construir em 1864, inspirado no Museum of Economic Botany de Kew. Seu sucessor Moritz Richard Schomburgk criou em 1867 uma estufa para plantas aquáticas onde foi cultivada por muito tempo a única Victoria regia do continente, vitória-régia gigante cujo nome botânico vem dele.
O jardim é fácil de caminhar e está organizado em áreas especializadas para diferentes interesses, desde plantas resistentes à seca até orquídeas e rosas. Os visitantes podem explorar seções com base em suas preferências e no tempo disponível.
O Conservatório do Bicentenário foi inaugurado em 1988, para o bicentenário da Austrália, para apresentar a flora das florestas tropicais do norte da Austrália e do Pacífico Sul. A sua estufa convive com edifícios muito mais antigos: a Palm House, importada de Bremen em 1875, é a segunda estufa mais antiga da Austrália.
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