Palácio Quitandinha, Centro de convenções e atração turística em Petrópolis, Brasil.
O Palácio Quitandinha situa-se ao pé das montanhas e combina uma fachada normando-francesa com interiores Art Déco distribuídos em seis andares e aproximadamente 50.000 metros quadrados. O edifício exibe claramente esses dois estilos arquitetônicos em sua estrutura e espaços.
Joaquim Rolla construiu o palácio entre 1941 e 1946 com projeto do arquiteto italiano Luis Fossatti, em terreno do cunhado Antonio Faustino, para ser o maior cassino-hotel da América Latina. O Brasil proibiu o jogo em 30 de maio de 1946, e o cassino fechou após cerca de dois anos. O hotel encerrou as atividades em 1962 e, a partir de 1963, Rolla vendeu os quartos como residências; em 2007 o SESC assumiu os salões do térreo.
O palácio exibe elementos decorativos de Dorothy Draper que incorporam temas marítimos e florestais brasileiros no interior. Esses detalhes aparecem em corredores e salões, refletindo o caráter natural do país.
As áreas social e histórica do piso térreo pertencem ao SESC Rio, que as adquiriu em 2007 e ali implantou o Centro Cultural Quitandinha em 2023. Os apartamentos dos andares superiores são residências particulares com acesso privado, de modo que o visitante circula pelos salões do térreo e pelo centro cultural. O prédio fica no bairro Quitandinha, na Zona Sul de Petrópolis.
O lago artificial diante do palácio reflete a forma geográfica do Brasil e contém areia trazida da praia de Copacabana. Esse design cuidadosamente planejado conecta o edifício à paisagem e história do país.
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