Irruputuncu, Estratovulcão na fronteira entre o Chile e a Bolívia, Região de Tarapacá, Chile
O Irruputuncu é um estratovulcão de 5 163 m na fronteira entre o Chile (comuna de Pica, região de Tarapacá) e a Bolívia (município de San Pedro de Quemes, Potosí). Cobre 23,861 km² e o seu cume tem duas crateras, sendo a sudoeste, com 200 m de largura, a mais ativa.
O vulcão esteve ativo no Pleistoceno e no Holoceno: grandes erupções ocorreram há 258,2 ± 48,8 ka, entre 55,9 e 140 ka e por volta de 1570 ± 900 BP. Penachos freatomagmáticos foram observados a 26 de novembro de 1995 e a 1 de setembro de 2003; a erupção de 1989 continua por confirmar.
O nome Irruputuncu vem do aimará: iru, a erva-pena espinhosa do Peru, e phutunqu, um pequeno vaso de barro, um buraco ou uma cratera. Também se usam as variantes Irruputunco e Iruputuncu. O vulcão fica na fronteira entre a Bolívia e o Chile, no município de San Pedro de Quemes (província de Nor Lípez, Potosí) e na comuna de Pica (província de Tamarugal, região de Tarapacá).
O Irruputuncu fica na fronteira entre o Chile e a Bolívia: do lado chileno, na comuna de Pica, província de Tamarugal, região de Tarapacá; do lado boliviano, no município de San Pedro de Quemes, província de Nor Lípez, departamento de Potosí. O acesso é remoto e a altitude ultrapassa os 5.000 m, pelo que convém aclimatar-se antes de subir. A zona é pouco habitada e o vulcão é vigiado pelo serviço geológico chileno SERNAGEOMIN.
A cratera ativa é a sudoeste, com 200 m de largura; a outra cratera do cume, a cratera II, é a mais jovem e originou sete curtas escoadas de lava e domos. As fumarolas liberam 21 a 50 toneladas de dióxido de enxofre por dia, deixando depósitos de enxofre na cratera.
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