Colville Delta, Delta fluvial no norte do Alasca, Estados Unidos
O delta do Colville deságua na baía Harrison como uma ampla rede de canais rasos e áreas úmidas sobre a tundra ártica do norte do Alasca. O terreno é plano e cortado por cursos d'água que mudam de aspecto conforme as estações.
Exploradores britânicos deram o nome ao rio em 1837 em homenagem a Andrew Colvile, diretor da Companhia da Baía de Hudson, criando um ponto de referência para a navegação ártica. Muito antes disso, os iñupiat já usavam o delta para pescar e caçar há muitas gerações.
As comunidades iñupiat da região pescam e caçam ao longo dos canais do delta há gerações, acompanhando os movimentos sazonais dos animais. No verão, as famílias se reúnem em pontos tradicionais às margens da água para pescar e guardar provisões para o inverno.
O delta fica coberto de gelo por mais da metade do ano, tornando o verão a única janela realista para uma visita. As inundações da primavera podem cortar grandes partes do terreno e dificultar muito a movimentação pela região.
Os penhascos do rio guardam a maior coleção conhecida de fósseis de dinossauros árticos da América do Norte, uma descoberta que poucos visitantes associam a esta tundra remota. Esses fósseis mostram que as regiões polares já abrigaram uma grande variedade de espécies de dinossauros.
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