Catholic Church of Lhasa, Igreja católica em Lhasa, China.
A Igreja Católica de Lhasa é um local de culto na capital do Tibete, com paredes de pedra e elementos arquitetônicos religiosos tradicionais em toda sua estrutura. O edifício mostra como o design das igrejas ocidentais foi adaptado para existir neste contexto geográfico e cultural específico.
Missionários capuchinhos chegaram a Lhasa em 1708 e 1719; após uma disputa com o jesuíta Ippolito Desideri, a Santa Sé apoiou os capuchinhos em 1721. O sétimo dalai-lama, Kelzang Gyatso, autorizou a construção nos pontos altos da cidade em 1726. Lamas gelugpa pediram ao governo de Lhasa a expulsão, e os missionários foram expulsos em 1745, quando a igreja foi destruída.
A igreja foi construída depois que Kelzang Gyatso, o sétimo Dalai Lama, autorizou sua edificação nas alturas de Lhasa em 1726. Sua comunidade era formada sobretudo por residentes estrangeiros da cidade — nepaleses, caxemires e chineses han — e a missão chegou a contar com até 26 convertidos tibetanos perto do fim de sua existência.
A igreja já não existe: foi destruída em 1745, depois de os lamas gelugpa conseguirem a expulsão dos missionários, pelo que não há edifício para visitar. Um sino com uma grande fenda em forma de «L» invertido é guardado no Jokhang, onde os monges atribuem o dano aos Guardas Vermelhos durante a Revolução Cultural. Uma fotografia datada de 1956 aparece num livro de Josef Vaniš e Vladimír Sis.
Um sino com uma grande rachadura em forma de «L» invertido teria sido danificado pelos Guardas Vermelhos durante a Revolução Cultural, segundo os monges do Jokhang; uma foto do local de 1956 aparece num livro de Josef Vaniš e Vladimír SIS.
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