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Volta ao mundo em 80 dias: siga a rota de Phileas Fogg passo a passo

Por Stephane Renard

Liverpool Lime Street railway station

O romance de Jules Verne ganha vida através das estações, portos e cidades que inspiraram a viagem impossível de Phileas Fogg ao redor do mundo.

Explore as etapas reais da viagem lendária de Phileas Fogg no romance de Jules Verne. De Londres a Nova York, passando por Paris, Suez, Índia, Hong Kong, Xangai e Japão, este percurso atravessa três continentes e conta a história de uma corrida contra o tempo ao redor do mundo. Descubra estações de trem históricas, portos principais e cidades importantes onde acontece esta aventura.

Neste artigo

28 lugares para descobrir — Não perca o último!

Reform Club
Reform Club

Londres, Reino Unido

O Reform Club de Londres é o ponto de partida da viagem de Phileas Fogg no romance de Júlio Verne. É aqui, neste clube privado de Pall Mall, que Fogg faz a sua famosa aposta com os colegas: afirma que consegue dar a volta ao mundo em 80 dias. O edifício, do século XIX, ainda funciona hoje como um clube privado. É também o ponto de chegada de toda a aventura: Fogg tem de regressar aqui a tempo para ganhar a aposta.

Estação ferroviária de Charing Cross
Estação ferroviária de Charing Cross

Londres, Reino Unido

A estação de Charing Cross fica no coração de Londres, à beira do Tâmisa. No romance de Júlio Verne, é daqui que Phileas Fogg parte de comboio para dar a volta ao mundo. O edifício do século XIX recebe todos os dias viajantes do sul de Inglaterra e ainda guarda as marcas da sua longa história.

Port of London
Port of London

Londres, Reino Unido

O porto de Londres estende-se ao longo do Tamisa e foi um dos portos comerciais mais movimentados do mundo no século XIX. No romance de Júlio Verne, é daqui que Phileas Fogg parte para a sua volta ao mundo em 80 dias. Ao caminhar hoje pela margem do rio, ainda se sente o peso dessa época em que navios de todo o mundo aqui atracavam.

Gare du Nord
Gare du Nord

Paris, França

A Gare du Nord é uma das estações de comboio mais movimentadas da Europa e fica no norte de Paris. No romance de Júlio Verne, marca a primeira etapa em solo francês: Phileas Fogg passa por ela a caminho de Londres para Suez, sabendo que cada minuto conta. Hoje partem daqui comboios para o norte da Europa, e a grande sala com as suas janelas altas ainda transmite a sensação de uma partida para o desconhecido.

Gare de Lyon
Gare de Lyon

Paris, França

A Gare de Lyon é uma das principais estações de comboio de Paris, situada no 12.º arrondissement. No romance de Júlio Verne, ela faz parte do percurso europeu de Phileas Fogg na sua volta ao mundo. Daqui partem comboios para o sul de França, Itália e Suíça. A torre do relógio sobressai na fachada e dá à praça em frente um aspeto facilmente reconhecível.

Porta Nuova
Porta Nuova

Turim, Itália

A estação de Turim Porta Nuova é a principal estação de comboios da cidade. No romance de Júlio Verne A Volta ao Mundo em 80 Dias, Phileas Fogg atravessa a Itália a caminho de Brindisi, onde embarca para Suez. Esta estação recebe os viajantes com uma longa fachada do século XIX e um grande átrio interior cheio de luz natural.

Porto de Brindisi
Porto de Brindisi

Brindisi, Italia

O porto de Brindisi fica na ponta sudeste de Italia, onde o Adriatico se abre para as rotas em direcao ao Oriente. No romance de Julio Verne, e a partir deste cais que Phileas Fogg embarca rumo a Suez, numa das primeiras etapas da sua volta ao mundo. O porto continua activo hoje em dia, com ferries regulares para a Grecia. Ao percorrer a orla maritima, percebe-se que Brindisi foi durante seculos um ponto de partida para quem seguia em direcao ao Leste.

Estaleiro de Suez, cais flutuante
Estaleiro de Suez, cais flutuante

Suez, Egito

O porto de Suez fica na extremidade sul do Canal de Suez, onde os navios passam do Mar Vermelho em direção ao Mediterrâneo. Quando Phileas Fogg chegou aqui, o canal estava aberto há poucos anos e esta paragem era a sua primeira grande escala fora da Europa. Os cais estavam cheios de viajantes, comerciantes e marinheiros vindos de muitos lugares. Hoje, ao caminhar à beira-água, ainda se sente como este porto serviu durante muito tempo de ponto de passagem entre dois mundos.

Canal de Suez
Canal de Suez

Suez, Egito

O canal de Suez atravessa o Egito ao longo de cerca de 193 quilômetros, ligando o mar Mediterrâneo ao mar Vermelho. Quando Phileas Fogg passou por aqui, o canal tinha poucos anos de existência, inaugurado em 1869. Foi uma das primeiras etapas da sua volta ao mundo e o lugar onde o inspetor Fix começou a segui-lo. Hoje, grandes navios deslizam lentamente entre as margens do deserto, numa cena que não se encontra em nenhum outro lugar.

Chhatrapati Shivaji Maharaj Terminus
Chhatrapati Shivaji Maharaj Terminus

Mumbai, Índia

A estação Victoria Terminus é um dos edifícios mais reconhecíveis de Mumbai. Construída num estilo gótico vitoriano que mistura arquitetura europeia com detalhes decorativos locais, era já um importante nó ferroviário na época de Júlio Verne. Percorrer hoje as suas arcadas largas é como recuar no tempo e imaginar os viajantes apressados de outra era.

Kalyan railway station
Kalyan railway station

Kalyan, Índia

A estação de Kalyan fica no estado de Maharashtra e foi uma paragem ferroviária importante na viagem de Phileas Fogg pela Índia. No romance de Júlio Verne, o comboio passa por aqui a caminho do leste. Hoje, a estação é um dos nós ferroviários mais movimentados da região, onde se cruzam comboios de longa distância e comboios suburbanos.

Varanasi district
Varanasi district

Varanasi, India

Varanasi fica nas margens do Ganges e é uma das cidades mais sagradas da India. No romance de Julio Verne, ela aparece como uma das etapas da viagem de Phileas Fogg. Os ghats, as largas escadarias de pedra que descem ate o rio, sao o centro da vida cotidiana e dos rituais religiosos. Peregrinos chegam de todo o pais para se banhar no rio, e as ceremonias acontecem ao amanhecer e ao entardecer.

Prayagraj district
Prayagraj district

Allahabad, Índia

Allahabad fica onde o Ganges e o Yamuna se encontram, um lugar considerado sagrado na Índia há séculos. No romance de Jules Verne, Phileas Fogg passa por esta cidade durante a sua travessia da Índia. A cidade é um ponto de passagem entre o norte e o leste do país, com uma estação de comboios que já desempenhava um papel importante na época de Verne. Quem passa por aqui sente o peso de uma cidade que há muito tempo é uma paragem tanto para peregrinos como para viajantes em trânsito.

Howrah railway station
Howrah railway station

Kolkata, Índia

A estação de Howrah, em Kolkata, é uma das mais antigas estações ferroviárias da Índia. Quando Phileas Fogg atravessou a Índia na sua corrida à volta do mundo, esta ligação entre Bombaim e Calcutá foi uma paragem importante no seu percurso. Hoje, a estação de Howrah liga Kolkata ao resto do país e mantém ainda o aspeto do seu passado colonial.

Victoria Harbour
Victoria Harbour

Hong Kong, China

Victoria Harbour é o porto natural de Hong Kong, onde Phileas Fogg e os seus companheiros chegam no romance de Jules Verne. É aqui que Passepartout se perde entre as docas e as ruas estreitas perto da orla marítima, colocando em risco a corrida contra o tempo. O troço de água entre a ilha de Hong Kong e Kowloon é há muito um lugar de movimento constante, com navios a entrar e sair e comerciantes a encher os cais de ruído e atividade.

Central and Western District
Central and Western District

Central District, Hong Kong

O Central District é o coração de Hong Kong. No romance, é aqui que Phileas Fogg e Passepartout desembarcam do vapor e procuram com urgência uma ligação para Yokohama. As ruas combinam edifícios coloniais com torres de vidro. Os elétricos percorrem a orla marítima, os ferries atravessam o porto e as vielas íngremes que sobem em direção ao Victoria Peak dão ao bairro um ritmo próprio, entre o passado e o presente.

Porto de Xangai
Porto de Xangai

Xangai, China

O porto de Xangai era um dos principais pontos de escala para os navios que viajavam entre a Europa e o Extremo Oriente no século XIX. No romance de Júlio Verne, Phileas Fogg passa por aqui durante a travessia de Calcutá para Yokohama. Os cais estavam cheios de mercadorias e marinheiros de todo o mundo, o que tornava este porto uma paragem natural em qualquer volta ao mundo.

Porto de Yokohama
Porto de Yokohama

Yokohama, Japão

O porto de Yokohama é a última paragem asiática de Phileas Fogg antes de embarcar para atravessar o Pacífico em direção aos Estados Unidos. No romance de Júlio Verne, é deste porto que Fogg deixa o continente asiático para trás. Na época da história, Yokohama era um dos principais pontos de entrada no Japão para o comércio e as viagens internacionais.

Yokohama Chinatown
Yokohama Chinatown

Yokohama, Japão

Kannai é o antigo bairro portuário de Yokohama, onde o Japão abriu as portas ao comércio estrangeiro em meados do século XIX. As suas ruas ainda guardam velhos edifícios comerciais e avenidas largas que recordam a época em que os navios chegavam de todo o mundo. Quando Phileas Fogg passou pelo Japão, Yokohama era a principal porta de entrada do país, e Kannai era o seu centro.

Porto de San Francisco
Porto de San Francisco

San Francisco, Estados Unidos

O porto de San Francisco é a primeira paragem americana da viagem de Phileas Fogg ao redor do mundo. Após a longa travessia do Pacífico, o seu navio atraca aqui e Fogg pisa solo americano pela primeira vez. É a partir deste porto que começa a última grande etapa do percurso: atravessar os Estados Unidos de comboio em direção a Nova Iorque, antes de chegar a Londres.

Condado de Sacramento
Condado de Sacramento

Vale de Sacramento, Estados Unidos

O Vale de Sacramento atravessa o norte da Califórnia e é uma das grandes regiões agrícolas da costa oeste. Quando Phileas Fogg o cruzou a bordo do comboio transcontinental, a paisagem abria-se em vastas extensões planas cortadas por rios, com montanhas ao fundo. O vale situa-se entre a Serra Nevada a leste e as cadeias costeiras a oeste. A linha ferroviária seguia o traçado natural do terreno, e os viajantes podiam sentir a imensidão do continente americano enquanto avançavam em direção a São Francisco.

Grande Lago Salgado
Grande Lago Salgado

Utah, Estados Unidos

O Great Salt Lake fica no norte de Utah, e Phileas Fogg passa perto dele de trem durante a sua travessia do Oeste americano. É um dos maiores lagos de água salgada do hemisfério ocidental. A água é tão salgada que quase nada consegue viver nela, e as margens costumam estar cobertas por uma crosta branca de sal. Jules Verne usa essa paisagem aberta e árida para mostrar a velocidade com que Fogg atravessa o continente na sua corrida contra o tempo.

Estação Omaha Amtrak
Estação Omaha Amtrak

Omaha, Estados Unidos

A Omaha Union Station é uma estação ferroviária histórica no centro de Omaha, no Nebraska. No romance de Jules Verne, Phileas Fogg atravessa os Estados Unidos de comboio de São Francisco a Nova Iorque. Omaha fica exatamente nessa rota e era uma paragem importante na linha transcontinental. O edifício data do início do século XX e reflete o estilo das grandes estações ferroviárias americanas dessa época.

Union Station
Union Station

Chicago, Estados Unidos

A Chicago Union Station é a principal estação ferroviária de Chicago e um dos maiores entroncamentos ferroviários dos Estados Unidos. A sua grande sala de espera, com colunas altas e chão de mármore, transporta o viajante para outra época. No romance de Júlio Verne, Phileas Fogg teria passado por aqui a caminho de Nova Iorque, vindo de São Francisco, na última etapa da sua volta ao mundo.

Battery Park
Battery Park

Nova Iorque, Estados Unidos

Battery Park fica na ponta sul de Manhattan e foi aqui que os viajantes chegavam a Nova Iorque antes de atravessar o Atlantico. No romance de Jules Verne, Phileas Fogg alcanca este ponto depois de percorrer o continente americano a grande velocidade. O parque da para o porto e oferece uma vista direta sobre a agua, onde se sente bem a ligacao entre a cidade e o mar.

Porto de Nova York
Porto de Nova York

Nova Iorque, Estados Unidos

O porto de Nova Iorque fica na ponta sul de Manhattan, onde o rio Hudson encontra o Atlantico. No romance de Julio Verne, e aqui que Phileas Fogg embarca num navio com destino a Liverpool para concluir a ultima etapa da sua volta ao mundo. Tudo esta em jogo neste momento, pois cada hora conta.

Liverpool2
Liverpool2

Liverpool, Reino Unido

O porto de Liverpool é o ponto de chegada da travessia atlântica no romance de Júlio Verne. Após percorrer três continentes, Phileas Fogg desembarca aqui antes de seguir para Londres. No século XIX, este porto era um dos mais movimentados da Grã-Bretanha e um ponto central nas rotas transatlânticas.

Liverpool Lime Street railway station
Liverpool Lime Street railway station

Liverpool, Reino Unido

A estação de Liverpool Lime Street é a principal estação de comboios da cidade. No romance de Júlio Verne, é a última paragem antes do regresso a Londres. Ao atravessar a grande nave de vidro e aço, sente-se o peso de uma cidade ligada à ferrovia desde o século XIX. A cobertura metálica da estação é uma das mais antigas do seu género em Inglaterra.

Para seguir o percurso de Fogg na Europa, comece pelas estações de trem de Paris Charing Cross e Nord. A diferença entre a Gare du Nord e a Gare de Lyon mostra como os viajantes do século XIX se deslocavam pela França. Lembre-se de que Turim e Brindisi marcam a passagem para o Oriente mediterrâneo. Dica: compre um bilhete de trem para refazer esse percurso se tiver tempo.

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