Templo de Baal-Shamin, Ruínas de templo romano em Palmira, Síria
O Templo de Baalshamin é um santuário romano destruído do século II localizado em Tadmur, dentro do sítio arqueológico de Palmira. Sua fachada repousava sobre seis colunas, enquanto dois pátios murados com colunatas nos lados oriental e ocidental cercavam o santuário central.
O santuário foi construído em 131 graças ao patrocínio de Malê, filho de Yarhai, e tornou-se um ponto religioso central durante o domínio romano. O complexo permaneceu de pé durante quase dois milênios até sua destruição por grupos armados em 2015.
O santuário funcionava como local principal de adoração a Baalshamin, deus da chuva cujo culto bebia de tradições fenícias e aramaicas. Os fiéis reuniam-se nos pátios para rituais, mantendo laços entre o campo sírio e correntes religiosas mais amplas da região.
O local fica em Tadmur e só pode ser alcançado por meio de visitas arqueológicas organizadas, já que a área foi fortemente danificada. Os visitantes devem saber que o acesso agora é difícil e frequentemente depende das condições de segurança locais.
A entrada exibia um umbral esculpido com uma águia de asas abertas, rodeada de águias menores e bustos das divindades Aglibol e Malakbel. Esse motivo expressava o vínculo entre poderes celestes e o umbral do santuário.
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