Quinta da Arealva, Vinícola histórica às margens do Rio Tejo em Almada, Portugal.
Quinta da Arealva é uma antiga adega na margem do Tejo em Almada abrangendo vários edifícios de pedra, armazéns de armazenamento e uma oficina de toneleiro distribuídos por terrenos em socalcos que descem em direção ao rio. As estruturas apresentam diferentes estilos arquitetônicos e estágios de deterioração, com algumas mantendo alvenaria substancial enquanto outras desmoronaram significativamente.
Construído como posto militar no século XVII, o local foi convertido em instalação de produção de vinho no século XVIII sob controle português. Esta transformação moldou o lugar por várias gerações até seu declínio gradual.
Artistas de rua transformaram os muros deteriorados numa galeria ao ar livre onde surgem continuamente novas pinturas e grafites. A arte demonstra como a comunidade local reclamou este local esquecido para expressão criativa.
Pegue na balsa de Cais do Sodré para Cacilhas, depois caminhe ao longo da Rua do Ginjal para chegar ao terreno. Use calçado resistente, pois o terreno é irregular e algumas estruturas estão instáveis com metal exposto e escombros caídos.
O interior dos edifícios ainda contém restos de equipamentos de produção, como grandes tanques de armazenamento e ferramentas da operação vinícola original. Esses resquícios industriais criam um contraste inesperado com a arte de rua moderna exibida nas paredes exteriores.
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