Palazzo Isimbardi, Palácio renascentista e coleção de arte próximo à Via Torino, Milão, Itália
O Palazzo Isimbardi é um palácio renascentista de Milão cujo pátio central conserva a decoração original em terracota e pedra. Cada lado tem um pórtico de três arcos plenos sobre esbeltas colunas de pedra cinzenta com capitéis compostos esculpidos, rematados por mísulas invertidas. Entre os arcos há medalhões de pedra com perfis de imperadores romanos, e as janelas superiores assentam num peitoril contínuo.
A construção começou no final do século XV por encomenda de Bergonzio Botta, alto dignitário na corte de Ludovico il Moro; mais tarde o palácio passou aos Pozzobonelli, marqueses de Arluno, que lhe deram o nome. O cardeal Giuseppe Pozzobonelli, arcebispo de Milão de 1743 a 1783, fez dele a sua residência e promoveu novos restauros e decorações. Ferdinando Reggiori restaurou-o nos anos vinte; os bombardeamentos de 1943 queimaram os interiores e destruíram grande parte da fachada setecentista.
O nome vem dos Pozzobonelli, marqueses de Arluno, ligados aos Isimbardi; as suas armas, uma águia, e as dos Isimbardi, três estrelas em diagonal, estão nos cantos do pátio principal. O cardeal Giuseppe Pozzobonelli, arcebispo de Milão de 1743 a 1783, fez do palácio a sua residência e promoveu uma nova campanha de restauro e decoração.
O palácio funciona hoje como espaço de escritórios enquanto abriga coleções de arte como parte do sistema de patrimônio nacional italiano. O acesso ao interior pode ser limitado devido ao seu uso atual como edifício administrativo.
O pátio apresenta cachorros invertidos incomuns que outrora sustentavam ornamentos decorativos ricos e contribuem para o caráter vertical do design. Essas peculiaridades arquitetônicas costumam passar despercebidas pelos visitantes ocasionais.
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