Palazzo Ardinghelli, Palácio barroco e museu de arte contemporânea em L'Aquila, Itália.
O Palazzo Ardinghelli é um palácio barroco na Piazza Santa Maria Paganica, em L'Aquila, em frente à lateral da igreja de Santa Maria Paganica. Tem dois níveis principais e um semi-enterrado parcial. Uma tripla varanda de 1928 marca a entrada, que conduz por um átrio lajeado a um pequeno pátio em exedra com pórtico, de onde sobe uma escadaria monumental de inspiração borrominiana com paredes de marmorino e cinco pinturas atribuídas a Vincenzo Damini (1744).
O Palazzo Ardinghelli ergue-se sobre vestígios renascentistas das famílias Cappa e Camponeschi. Filippo e Francesco Ardinghelli encomendaram o projeto ao arquiteto romano Francesco Fontana, filho de Carlo, no início do século XVIII, mas a obra só decorreu entre 1732 e 1743. Com a morte de Filippo, a família extinguiu-se antes da conclusão e o palácio passou para os Cappelli.
O palácio abriga o MAXXI L'Aquila, filial do Museu Nacional das Artes do Século XXI de Roma, desde a sua inauguração em 28 de maio de 2021. O nome Ardinghelli vem da família toscana cujo antepassado Andrea se estabeleceu em L'Aquila no século XVI; também é chamado Palazzo Franchi Cappelli. Em 2014, a equipa local de râguebi usou uma camisola comemorativa para divulgar o restauro.
O palácio fica em frente à lateral da igreja de Santa Maria Paganica, na praça de mesmo nome, no bairro de Santa Maria. A entrada é marcada por uma tripla varanda de 1928 sobre um portal alinhado com a porta lateral da igreja; do vestíbulo lajeado, um pequeno pátio em exedra leva à escadaria monumental.
Após o terremoto de 2009, o governo russo apoiou a restauração com financiamento significativo. Isso permitiu a descoberta de pinturas valiosas que estavam escondidas nas paredes.
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