Ex centrale termica FIAT, Local de arqueologia industrial em Novoli, Florença, Itália.
A Ex centrale termica FIAT era um dos edifícios do complexo FIAT construído em 1939 em Novoli, numa área quadrangular de 32 hectares entre a via di Novoli, a via Forlanini e a viale Guidoni. O edifício principal de produção cobria 27.000 m² em planta retangular, com pilares de betão armado numa malha de 20 × 20 m, enchimentos de tijolo e superfícies rebocadas. A fachada principal era revestida de tijolos cinzentos que enquadravam grandes vãos envidraçados; as naves centrais de reparação metalúrgica e mecânica tinham cobertura em shed, enquanto os escritórios, a cantina, as cozinhas e os vestiários do segundo piso, no perímetro, tinham coberturas planas de asfalto.
O complexo FIAT de Novoli foi construído entre 1938 e 1939 segundo projeto do engenheiro Vittorio Bonadè Bottino, diretor do serviço de construções da FIAT. Abrangia a fábrica de produção, uma central térmica, depósitos e armazéns num terreno quadrangular de 32 hectares delimitado pela via di Novoli, via Forlanini e viale Guidoni. A fábrica foi demolida e a área foi requalificada desde o início do século XXI com o Palácio da Justiça, o polo de ciências sociais da Universidade de Florença e um parque urbano.
O nome Novoli designa a planície a noroeste de Florença onde a FIAT ergueu o complexo em 32 hectares limitados pela via di Novoli, via Forlanini e viale Guidoni. Anunciada como oficina de reparação de veículos, a fábrica destinou-se depois a motores; hoje a área é requalificada com palácio de justiça, edifícios universitários e parque.
A fábrica ocupava o quadrilátero de 32 hectares delimitado pela via di Novoli, via Forlanini e viale Guidoni, junto à antiga área industrial Carapelli. O complexo foi demolido, pelo que nada da central térmica se visita; a zona é hoje atravessada pelos espaços verdes e arruamentos do plano de reconversão. Procure o Palazzo di Giustizia de Leonardo Ricci e o polo de ciências sociais da Universidade de Florença erguidos no local.
O complexo de 1939 incluía a fábrica de produção, a central térmica, depósitos e armazéns. O edifício principal cobria 27 000 m² numa planta retangular, com pilares de betão armado numa malha de 20 × 20 m e revestimento de tijolo cinzento a emoldurar as grandes aberturas envidraçadas.
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