Santa Rosa, Igreja e santuário neoclássico em Viterbo, Itália
Santa Rosa é uma igreja neoclássica reconstruída em 1850, com três naves, cuja cúpula foi acrescentada em 1913 por projeto de Arnaldo Foschini, revestida de majólicas depois ocultadas por chumbo. A maioria das obras internas data da segunda metade do século XIX e das primeiras décadas do XX. Uma lápide no fundo da nave direita recorda a consagração de 25 de agosto de 1850.
Uma igreja dedicada a Santa Maria está documentada desde 1235; em 1258, Alexandre IV transferiu para lá o corpo de santa Rosa e ela tomou o seu nome. Reconstruída após a destruição em meados do século XIV, foi decorada com frescos de Benozzo Gozzoli, perdidos nas obras de 1632. A atual igreja neoclássica foi construída em 1850, consagrada a 25 de agosto de 1850, e recebeu em 1913 uma cúpula desenhada por Arnaldo Foschini.
A igreja abriga o túmulo de Santa Rosa de Viterbo em um recipiente de metal e vidro, atraindo peregrinos de toda a região. O lugar permanece profundamente ligado à veneração dessa santa local e continua a moldar a vida religiosa da cidade.
A igreja está localizada perto de outros sítios históricos no centro de Viterbo, facilitando a visita de vários lugares em uma saída. O centro da cidade é compacto e acessível a pé, permitindo exploração conveniente do bairro circundante.
O corpo de santa Rosa está guardado numa urna de bronze dourado ladeada por dois anjos em oração, de 1699; após quase oito séculos encontra-se quase intacto, vestido com uma túnica de seda que as freiras do mosteiro vizinho substituem periodicamente. Uma lápide no fundo da nave direita recorda a consagração da igreja, em 25 de agosto de 1850.
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