Castello di Marchierù, Castelo medieval em Villafranca Piemonte, Itália.
Castello di Marchierù é um castelo em Villafranca Piemonte com uma residência principal, capela nobre, alojamento de funcionários, estábulos e uma quinta dentro de muros fortificados. O complexo reúne várias estruturas de diferentes períodos em um único local funcional.
O castelo é mencionado pela primeira vez em 1220, num documento sobre uma doação de bens à abadia de Santa Maria di Cavour. Nas mãos dos senhores de Barge, passou a Tomás II de Saboia por ato de 11 de março de 1251 e, através de Tomás III, a Filipe, fundador do ramo Saboia-Acaia. Em 1482 passou aos Petitti, primos de Antonio Bocchiardi, e no ano seguinte voltou à Casa de Saboia.
O nome Marchierù viria provavelmente de «marcio», bem irrigado, pelas numerosas nascentes de temperatura constante que tornavam a zona continuamente irrigável. Hipóteses menos prováveis ligam-no ao «marchesato» vizinho de Saluzzo ou ao francês «macheron», os escombros deixados após a passagem de Frederico Barbarossa. Em 1991 o castelo acolheu o conselho nacional da associação de antigos alunos da escola militar Nunziatella, reunido pela primeira vez fora de Nápoles.
O castelo é uma residência histórica privada, na aldeia de Soave, em Villafranca Piemonte, ainda propriedade da família Prunas Tola, pelo que não é um monumento aberto regularmente. As visitas dependem dos proprietários; o local fica no campo, fora do centro, chega-se de carro e convém confirmar o acesso com antecedência.
Em 1991, o conselho nacional da associação de antigos alunos da escola militar Nunziatella reuniu-se no castelo, na mesma sala onde foi assinado o tratado de Cavour, pela primeira vez fora da sua sede; acolheu-o o presidente da secção Piemonte-Vale de Aosta, o atual proprietário.
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