Castello di Gallipoli, Fortaleza medieval em Gallipoli, Itália.
O Castello di Gallipoli é uma fortaleza costeira de planta quadrangular com três torreões circulares e uma torre poligonal, construída em pedra irregular castanho-clara e cinzenta na extremidade oriental da ilha de Gallipoli. Um maciço bastião redondo com parapeito sobre mísulas ergue-se sobre a água, e as muralhas são perfuradas por pequenas aberturas retangulares. No interior há grandes salas com abóbadas de berço e de aresta, túneis e caminhos de ronda.
A estrutura teve origem na época romana e foi remodelada ao longo dos séculos por bizantinos, normandos, angevinos e aragoneses. Cada uma dessas potências deixou sua marca nas fortificações e no design geral.
O Rivellino, obra avançada erguida em 1522 a leste, deve o nome à sua função de esporão defensivo; a torreta de pedra e a entrada de madeira guardam os restos de uma segunda ponte que partia junto à igreja de Santa Cristina. Desde a reabertura em 5 de julho de 2014, o castelo acolhe exposições, como a de Michelangelo Pistoletto em 2015, que o chamou «Ambasciata del Terzo Paradiso», e, desde o verão de 2015, o Premio Barocco.
A visita percorre salas abobadadas, túneis e caminhos de ronda, com escadas para as torres e os terraços. O fosso foi aterrado entre 1870 e 1879 e o mercado de peixe foi construído encostado à fachada, pelo que as muralhas viradas ao mar se veem melhor da água ou do porto. O castelo reabriu ao público a 5 de julho de 2014.
O Rivellino não é uma torre circular, mas uma cortina erguida em 1522 para defender a entrada da cidade, projetada por Francesco di Giorgio Martini para Afonso II de Nápoles. No século XVII foi separado do castelo para acrescentar uma torre quadrada sobre a torre da bandeira. Junto à sua torreta de pedra ainda se veem restos de uma segunda ponte que partia perto de Santa Cristina.
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