Basilica vetus, Sítio de basílica paleocristã em Milão, Itália
A basilica vetus, também chamada Santa Maria Maggiore, situava-se sob a atual zona da abside posterior da catedral de Milão, centrada sob a sacristia norte. A construção começou em 314, um ano após o Édito de Milão, durante o episcopado de Mirocles, e terminou sob o seu sucessor Materno. Resta apenas o muro da fachada refeita no século IX, guardado em salas da Veneranda Fabbrica del Duomo não abertas ao público.
A construção começou em 314, um ano após o Édito de Milão, sob o bispo Mirocles, e terminou com o seu sucessor Materno: foi a primeira basílica paleocristã de Milão depois do édito. O bispo Angilberto I mandou reconstruí-la e renomeou-a Santa Maria Maggiore; o seu sucessor Angilberto II recon sagrou-a em 836. A demolição começou em 1386 para abrir espaço à nova catedral.
O nome vetus, latim para «antigo», distinguia-a da basílica maior vizinha, depois rebatizada Santa Tecla. Entre as duas igrejas ficava o batistério de San Giovanni alle Fonti, no local da atual entrada do Duomo, e a norte o pequeno batistério de Santo Stefano alle Fonti. Santo Ambrósio cita o conjunto episcopal num documento de 386.
A localização da antiga igreja fica sob a catedral atual de Milão no centro da cidade. Os visitantes podem explorar o local visitando o edifício da catedral atual.
O brasão da organização construtora da Catedral apresentava a fachada desta igreja sob o manto de Maria, indicando sua importância simbólica. Esta escolha artística preservou a memória da igreja mais antiga na identidade do novo templo.
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