Memorial to the Jewish Fighting Women, Cenotáfio e sítio patrimonial em Hof Ashkelon, Israel.
O Memorial às Mulheres Combatentes Judias fica no sul de Israel e foi construído para homenagear mulheres que participaram ativamente na resistência armada. O local combina elementos simbólicos com áreas de informação que documentam suas histórias e contribuições.
O monumento foi inaugurado em 1998, cinquenta anos após a batalha de Nitzanim, por iniciativa de Yitzhak Pundak, comandante do 53.º batalhão da brigada Givati, que participou na defesa de Nitzanim. Comemora três combatentes mortas nessa batalha: a radiotelegrafista Mira Ben-Ari, a enfermeira Shulamit Dorchin e a combatente Devora Epstein. É também dedicado às mulheres e ao seu contributo para as forças de segurança do país.
O memorial chama-se Yad La'isha Ha'lohemet, «memorial à mulher combatente». Ao longo da escada e da esplanada que ligam o palácio de Nitzanim ao monumento estão citações de seis combatentes do passado: Sarah Aharonson, Hannah Szenes, Mira Ben-Ari, Esther Adiri, Sarah Chizik e Bracha Fuld. Junto às figuras de bronze ficam os locais onde caíram Mira Ben-Ari e a enfermeira Shulamit Dorchin.
O memorial fica no sítio da antiga Nitzanim, ligado ao palácio de Nitzanim por uma escadaria e uma ampla esplanada; citações de seis combatentes ladeiam os degraus. Junto às figuras de bronze estão os locais onde caíram Mira Ben-Ari e Shulamit Dorchin. O sítio foi inaugurado em 1998, cinquenta anos após a batalha.
As figuras de bronze são obra da escultora Shosh Hefetz, e o monumento foi idealizado por Yitzhak Fundek, comandante do 53.º batalhão da brigada Givati, que participou da defesa de Nitzanim. Junto às esculturas estão os locais onde caíram Mira Ben-Ari e a enfermeira Shulamit Dorchin.
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