Dublin Writers Museum, Museu literário em Parnell Square, Irlanda
O Museu de Escritores de Dublin ocupa uma mansão georgiana e documenta a vida e obra dos autores irlandeses mais celebrados. As exposições apresentam manuscritos originais, correspondência pessoal e objetos cotidianos que pertenceram a esses escritores.
O jornalista Maurice Gorham propôs um museu literário nos anos 1970. Abriu em 18 de novembro de 1991 no número 18 de Parnell Square, gerido pela Dublin Tourism e depois pela Fáilte Ireland. Fechou em março de 2020 durante o confinamento da COVID-19 e não reabriu; em 2022 foi decidido o encerramento definitivo. O edifício está proposto como museu do vidreiro Harry Clarke.
O museu tirou o nome do seu tema, não de um fundador, embora a Biblioteca Gorham, no piso superior, homenageasse Maurice Gorham, o jornalista que propôs um museu literário nos anos 1970. As peças expostas iam de Jonathan Swift a Colm Tóibín, e observou-se que a maioria dos autores representados eram homens já falecidos.
O museu no número 18 de Parnell Square fechou em março de 2020 sem reabrir; o encerramento definitivo foi decidido em 2022, pelo que não há nada para visitar no interior. A casa georgiana de tijolo vermelho e a sua torre de pedra cinzenta ainda se avistam da praça pavimentada, ao lado do número 19 e em frente ao Garden of Remembrance. A Fáilte Ireland continua a guardar a coleção e propõe-se instalar no edifício um museu de Harry Clarke.
Entre as peças expostas estavam a cafeteira de Jonathan Swift, o telefone de Samuel Beckett, a máquina de escrever de James Joyce e as carteiras sindicais e uma carta de Brendan Behan. Guardava-se também uma réplica do Livro de Kells. As críticas assinalavam que a maioria dos escritores representados eram homens já falecidos.
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