Barit Cave, Caverna natural em Budapeste, Hungria
A Caverna Barit é uma cavidade ramificada e de vários níveis no nível superior da antiga pedreira de dois pisos do monte Mátyás, em Budapeste. Formou-se por corrosão de mistura de águas quentes que subiam ao longo de uma fissura tectónica no calcário de Szépvölgy, e tem três entradas próximas na parede rochosa: a entrada principal com 2,15 m de largura, a entrada inferior artificial a 15 m acima do fundo da pedreira e a pequena entrada superior. No interior, um corredor de 6 m conduz à sala Nagy-terem, com quase 10 m de comprimento e 6 m de largura, cujas paredes e teto mostram superfícies dissolvidas, canais de gás e depósitos precoces de barite.
A gruta formou-se pela união da Mátyás-hegyi 6. sz. sziklaüreg e da Mátyás-hegyi 7. sz. sziklaüreg, frequentemente descritas como grutas n.º 1 e n.º 2. Abriu-se durante a exploração da pedreira de dois níveis do sudeste do Mátyás-hegy, e em 1966 recebeu pela primeira vez o nome de Barit-barlang na literatura. É a gruta de origem termal mais antiga do carso termal de Buda e a mais longa dessa pedreira.
O nome Barit-barlang aparece pela primeira vez na literatura em 1966, referindo os depósitos de barita das primeiras fases de formação da gruta. Textos anteriores falavam simplesmente das grutas n.º 1 e n.º 2; o sistema unido também é chamado BEAC-barlang ou Keleti-kőfejtő 1–2. sz. barlang. Colecionadores danificaram as fissuras com calcite da Grande Sala, razão pela qual a gruta está hoje fechada.
A caverna está fechada e não está equipada; a entrada exige uma autorização da direção do Parque Nacional Duna–Ipoly e equipamento básico de espeleologia, e parte percorre-se com escalada fácil. No máximo quatro grupos por dia podem visitá-la, com oito pessoas cada. As três entradas ficam próximas umas das outras na parede do nível superior da pedreira desativada de dois níveis do Mátyás-hegy, alcançada subindo um declive íngreme de detritos.
A parte lacrada da caverna foi fechada sobretudo para proteger uma parede coberta de cristais de calcita escalenoédricos, em parte recobertos de pisólitos. Os pesquisadores chegaram lá escavando além da Baleia de calcita, um grande bloco de calcita que provavelmente se soltou da parede.
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