Fortifications of Komárno, Sistema de fortificações em ambas as margens do Danúbio, Komárom, Hungria e Komárno, Eslováquia.
As Fortificações de Komárno reúnem a Fortaleza Velha e a Fortaleza Nova na foz do Váh no Danúbio, além das linhas Palatinus e Váh e cabeças de ponte na margem esquerda. A Fortaleza Nova, concluída em 1673, é uma obra pentagonal traçada segundo princípios italianos e franceses. Na margem oposta, em Komárom, ficam os fortes Csillag, Monostor e Igmánd.
A construção começou em 1546 sob o arquiteto italiano Pietro Ferrabosco para proteger contra a expansão otomana nas terras dos Habsburgos. A estrutura foi posteriormente ampliada e modernizada várias vezes, especialmente no século 18, para acompanhar o avanço da tecnologia de artilharia.
O nome húngaro Komárom deriva do eslavo Komárno, e o sistema de fortificações consta da lista de monumentos culturais nacionais da Eslováquia. A Fortaleza Velha alberga o museu do Lapidário Romano, o forte Igmánd o Lapidário de Brigetio e o forte Monostor o seu próprio museu. As defesas da margem esquerda receberam em 1994 um prémio Europa Nostra pela restauração.
Os dois lados do complexo são politicamente separados e exigem visitas em separado, mas ambos têm caminhos marcados e pontos de vista. Use sapatos confortáveis pois você caminhará em terreno irregular e subirá escadas, especialmente nas seções mais antigas de bastiões.
O sistema fortificado podia alojar um exército de 200 mil homens. Depois de 1945, o forte Monostor, na margem húngara, serviu de depósito de munições soviético, enquanto os fortes eslovacos alojavam guarnições soviéticas. Após as mudanças políticas de 1989-1991, abriram-se museus neles.
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