Villa Angiolina, Vila renascentista em Opatija, Croácia.
A Villa Angiolina é uma villa simétrica de tipo palladiano com uma escadaria monumental voltada para o mar, construída em forma tardobiedermeier com vocabulário neorrenascentista. O piso térreo é decorado com frisos e grinaldas de estuque, colunas neocoríntias e pinturas ilusionistas de animais e plantas. Uma rotunda floral fica no parque diante da fachada marítima.
Iginio Scarpa, comerciante de madeira e trigo de Rijeka, comprou o terreno por 700 florins e mandou construir a vila em 1844 ou 1845, dando-lhe o nome da esposa Angiolina Sartorio, morta em 1832 aos 30 anos. O filho Paolo recebeu o ban Josip Jelačić em 1850; após um fracasso comercial, Paolo vendeu a casa em 1875 a Viktor von Chorinsky, e em 1882 a Südbahngesellschaft converteu-a em pensão de luxo.
O edifício abriga hoje o Museu Croata do Turismo, mostrando como as viagens transformaram esta região costeira. As exposições apresentam objetos que contam a história de como as pessoas começaram a visitar estas praias.
A villa fica no extremo do passeio marítimo principal de Opatija, com o parque e a sua rotunda floral do lado do mar e a igreja de São Jacó no parque vizinho. O rés-do-chão acolhe o Museu Croata do Turismo, com a Madonna del Mare restaurada no salão traseiro e uma exposição permanente no piso superior. O parque é o espaço verde central da cidade, atravessado por caminhos.
O parque circundante contém cerca de 159 espécies de plantas de diferentes continentes, criando um ambiente botanicamente notável. A camelia japonesa que cresce ali tornou-se o símbolo da cidade.
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