Templo de Apolo, Templo grego antigo em Delfos, Grécia.
A estrutura é um santuário no município de Delfos, Grécia, erguendo-se hoje como ruína de colunas e muros de fundação sobre um terraço escavado na encosta da montanha. O traçado mostra arquitetura dórica com inscrições remanescentes nas paredes e uma plataforma preservada que revela a planta original do edifício.
A construção começou no quarto século antes da era comum como substituição de edifícios mais antigos destruídos por desastres naturais. O santuário permaneceu como centro religioso até seu fechamento por governantes romanos na antiguidade tardia.
As cidades enviavam embaixadores regularmente para pedir orientação sobre decisões importantes, trazendo presentes valiosos. O local leva o nome da divindade que falava aqui através da Pítia, cujas respostas chegavam frequentemente de forma ambígua.
O acesso segue um caminho que serpenteia pelo recinto arqueológico e leva até a área do templo. Calçado resistente ajuda ao caminhar sobre as pedras irregulares e degraus entre as ruínas.
Geólogos descobriram fissuras naturais sob os alicerces que liberavam gás. Estas emissões podem ter influenciado os estados de transe da sacerdotisa que pronunciava profecias aqui.
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