Pavillon Saint-Vigor, Casa de campo histórica em Viroflay, França
O Pavillon Saint-Vigor é um edifício residencial clássico do século XVIII com três seções conectadas, sendo a central mais alta que as asas laterais. Sua fachada exibe colunas dóricas e janelas com picos voltadas para o lado do jardim.
Construído em 1770 por um aluno do arquiteto Gabriel, o pavilhão pertenceu à família de Marie-Madeleine Mercier, nascida Bocquet, antiga ama de leite de Luís XV. O rei nobilitou os seus descendentes, que adotaram o nome «de Saint-Vigor» e se instalaram em Viroflay. Classificado monumento histórico em 1945 e 1946, ficou quase abandonado durante cerca de trinta anos até novos proprietários o restaurarem em 2004.
O nome vem de Marie-Madeleine Mercier, nascida Bocquet, antiga ama de leite de Luís XV: o rei nobilitou os seus descendentes, que passaram a chamar-se «de Saint-Vigor» e se instalaram em Viroflay. Em 1794, dois choupos, «árvores da liberdade», foram plantados na antiga meia-lua onde as carruagens manobravam.
O pavilhão fica em Viroflay, no departamento de Yvelines; a fachada virada para o jardim é alcançada pela rua, onde o muro de pedra e o portão duplo emolduram a entrada. A meia-lua que permitia manobrar as carruagens desapareceu, e parte do parque é hoje ocupada pela residência do Clos Saint-Vigor, pelo que a casa é vista do exterior. É uma habitação privada, inscrita como monumento histórico em 1945 e 1946.
O soalho do salão foi queimado pelos alemães que ocuparam a propriedade durante a Segunda Guerra Mundial; o soalho atual vem da Galeria dos Espelhos do palácio de Versalhes. Os dois choupos plantados em 1794 como «árvores da liberdade» ocuparam o lugar de uma meia-lua onde antes manobravam as carruagens.
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