Château de la Chesnaie, Castelo histórico em Eaubonne, França
O Château de la Chesnaie é um castelo francês clássico em Eaubonne com fachadas simétricas, vários andares e grandes janelas emolduradas em pedra. A arquitetura apresenta as proporções típicas dos casarões nobres franceses, com elementos cuidadosamente organizados em toda a estrutura.
A propriedade pertencia ao senhorio de Meaux, detido no século XV por Jean de Meaux, vassalo dos Montmorency. No século XVIII, os irmãos Tricher, burgueses parisienses, reconstruíram ou reformaram amplamente o solar entre 1749 e 1769, talvez segundo planos de Claude-Nicolas Ledoux. Classificado monumento histórico em 21 de março de 1979, foi restaurado de 1941 a 1945 pelo arquiteto Jean-Charles Moreux, que removeu os acréscimos do século XIX.
O nome La Chesnaie só surge depois de 1905, quando Charles Petit-Midy comprou a parcela; a Bernheim-frères tinha vendido a propriedade em 209 lotes desde 1903 com o nome La grille dorée. As salas do rés-do-chão e da cave são alugadas para eventos, e a antiga horta de 1,5 hectares, doada ao município, é hoje um jardim público.
O castelo fica no número 1 da rue Voltaire, em Eaubonne, a cerca de 14 km a noroeste de Paris. Os proprietários moram no local e alugam as salas do rés-do-chão e da cave para eventos, pelo que o acesso ao interior depende das reservas. A propriedade pode ser visitada mediante pagamento durante a época de verão.
No terreno ficava a casa do jardineiro onde viveu a condessa Sophie Lalive de Houdetot entre 1757 e 1762; em junho de 1757, Jean-Jacques Rousseau confessou-lhe o seu amor no parque, como depois escreveu nas Confissões. O banqueiro Félix Gabriel Dehaynin mandou demolir essa casa após comprar a propriedade em 1864. A horta de 1,5 hectares foi doada ao município e é hoje um jardim público.
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