Église Saint-Pierre de Bordeaux, Igreja gótica na Antiga Bordeaux, França.
A igreja de Saint-Pierre de Bordeaux é uma igreja gótica situada na place Saint-Pierre, na parte oriental de Bordéus. A fachada de pedra bege clara tem uma torre alta com aberturas em arco emparelhadas, um frontão central rematado por uma cruz, um pequeno óculo com rendilhado e uma grande janela em arco apontado com mainéis verticais. Na base abrem-se três portais em arco apontado, o central recuado sob um arco maior, e um tramo baixo à direita contém uma alta janela apontada e um portal menor. No interior, nervuras e arcos apontados de pedra cinzenta sustentam uma abóbada alta; um arco apontado central enquadra um grande vitral sobre o altar, ladeado por dois vitrais mais estreitos, bancos de madeira ladeiam uma nave de pedra, um púlpito de madeira escura com baldaquino esculpido ergue-se à esquerda e uma estátua de pedra encosta-se a uma coluna à direita.
Gregório de Tours menciona um altar elevado sobre uma cripta junto à Devèze, único testemunho da igreja paleocristã. A partir de 1358 o edifício foi totalmente reconstruído sob Clemente V, de meados do século XIV ao fim do XV. Em novembro de 1977 um incêndio danificou o coro, levando à desmontagem do altar-mor e do órgão e ao restauro das abóbadas e vitrais.
A paróquia integra o setor pastoral do Porto, agrupado com Saint-Michel, Sainte-Croix, Saint-Paul e Saint-Éloi e confiado em 2009 à Communauté du Chemin-Neuf. No centro do coro, um vitral realizado por Joseph Villiet por volta de 1860 representa uma rainha branca com dois escravos negros acorrentados a seus pés.
A igreja ergue-se na place Saint-Pierre, na parte oriental do centro histórico, a poucos passos dos cais do Garona. Entra-se pelo portal central em arco quebrado da fachada em empena; na base abrem-se três portais. A nave é ladeada por bancos de madeira de ambos os lados de uma coxia de pedra, e o coro fica ao fundo, sob os vitrais.
O vitral ao centro do coro, executado por Joseph Villiet por volta de 1860, representa uma rainha branca com dois escravos negros acorrentados a seus pés. Em novembro de 1977 um incêndio devastou o coro, levando à desmontagem do altar-mor e do órgão; os vitrais enegrecidos pelas chamas foram depois restaurados.
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