Quai de Grenelle, Passeio à beira do rio no 15º distrito, França
O Quai de Grenelle é uma passagem ribeirinha no 15º arrondissement que se estende por mais de 700 metros com aproximadamente 16 metros de largura ao longo do Sena. A passagem conecta bairros com lojas, cafés e espaços abertos onde as pessoas param para olhar para o rio.
O cais aparece no plano Roussel de 1730 como uma via da comuna de Grenelle, anexada a Paris em 23 de maio de 1863. Em 1875 Paul Gauguin pintou Les Usines Cail et le quai de Grenelle, mostrando as oficinas da Société J. F. Cail & Cie ao longo do Sena. Nas décadas de 1950-1960 a Citroën desenvolveu parte da sua atividade no cais, nomeadamente a Société des engrenages Citroën.
O nome vem da antiga comuna de Grenelle, anexada a Paris em 23 de maio de 1863. Paul Gauguin pintou em 1875 Les Usines Cail et le quai de Grenelle, com as oficinas Cail junto ao Sena. O cais tem dois passeios: o do square des Martyrs-Juifs-du-Vélodrome-d'Hiver e a promenade Gibran-Khalil-Gibran, do outro lado da via, que continua no quai André-Citroën.
O quai vai da place des Martyrs-Juifs-du-Vélodrome-d'Hiver, na pont de Bir-Hakeim, à place Fernand-Forest, na pont de Grenelle. Do lado sul, uma via mais estreita com o mesmo nome acompanha as fachadas atrás de uma faixa plantada e começa na rue Linois. Duas promenades marginam o quai: a do square des Martyrs-Juifs e, do outro lado da estrada, a promenade Gibran-Khalil-Gibran, que continua pelo quai André-Citroën.
No n.º 61, o hotel Novotel Paris Tour Eiffel (antigo Hôtel Nikko) foi construído em 1976 para a Japan Airlines, em parte para alojar tripulações de voo; tal como a Tour Totem do n.º 57, tem 100 metros de altura e 31 pisos.
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