Puy de Louchadière, Vulcão adormecido em Saint-Ours, França
O Puy de Louchadière é um vulcão adormecido com uma cratera em forma de ferradura que se abre para o sudoeste e se eleva a aproximadamente 1.200 metros. O cume inteiro permanece coberto por floresta densa, sendo o vulcão mais importante situado mais ao norte da cadeia vulcânica.
O puy de Louchadière é o último grande vulcão a norte da cadeia dos Puys: exceto o puy de Ténuzet, explorado pela sua pozolana, os cumes mais setentrionais não passam dos 1.000 m. A 19 de junho de 1967, um Beechcraft A23-24 Musketeer Super III de matrícula F-BOSR, pilotado por Claude Klush, partiu de Aulnat para Brive com tempo encoberto e embateu no flanco leste do vulcão, algumas dezenas de metros abaixo do cume. Os operários da pedreira de Ténuzet ouviram o impacto; o corpo do piloto foi encontrado nos destroços por volta do meio-dia.
As fontes não explicam o nome Louchadière; o que o visitante vê é a cratera em ferradura aberta para sudoeste, que desenha o cume. O vulcão é o último «grande vulcão» a norte da Chaîne des Puys, pois os mais setentrionais não passam dos 1.000 m, exceto o puy de Ténuzet, explorado pela sua pozolana.
O cume alcança-se a pé a partir das encostas de Saint-Ours; o flanco leste, algumas dezenas de metros abaixo do topo, guarda os destroços do Beechcraft F-BOSR, que levam tempo a localizar. As encostas arborizadas não têm água fiável e as nuvens podem esconder a crista mesmo no verão, como a 19 de junho de 1967.
A algumas dezenas de metros abaixo do cume, no flanco leste, estão os restos de um Beechcraft A23-24 Musketeer Super III com a matrícula F-BOSR. A 19 de junho de 1967, o piloto Claude Klush, que partira de Aulnat com tempo encoberto, embateu no vulcão; os operários da pedreira de pozolana do puy de Ténuzet, a menos de um quilómetro, ouviram o impacto, e o seu corpo foi encontrado nos destroços quando as nuvens se dissiparam por volta do meio-dia.
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