Musée des Beaux-Arts de Chambéry, Museu de arte em Chambéry, França
O Museu de Belas Artes de Chambéry ocupa o antigo celeiro municipal à entrada da cidade velha, remodelado em 1889 pelo arquiteto François Pelaz. A fachada de pedra cor de creme tem um piso térreo rusticado com três grandes arcos e um andar superior com janelas altas em arco entre pilastras e relevos esculpidos. Uma balaustrada com urnas de pedra remata a linha do telhado.
A coleção de arte de Chambéry foi aberta ao público numa sala do Hôtel de Ville em 1783. Entre 1863 e 1878, o barão Hector Garriod doou 104 pinturas à cidade, e na sua morte 140 obras foram legadas com a condição de serem reunidas num museu. A municipalidade encarregou o arquiteto François Pelaz de converter o antigo celeiro à entrada da cidade, e a biblioteca foi ali inaugurada a 14 de julho de 1889.
O núcleo italiano formou-se por legados: o barão Hector Garriod, saboiano radicado em Florença, doou 104 quadros entre 1863 e 1878 e deixou outros 140 ao morrer. Em 1980, a doação de Marius Daille trouxe os primitivos sieneses reunidos pelo escritor Paul Bourget. Destacam-se o retábulo da Trindade de Bartolo di Fredi (1396) e o Retrato de um jovem de Domenico Veneziano.
O museu ocupa o antigo mercado de cereais à entrada da cidade velha, numa praça pavimentada; o edifício foi adaptado pelo arquiteto François Pelaz em 1889. Três anos de obras mantiveram-no fechado até março de 2012, quando reabriram as salas renovadas. A biblioteca saiu em 1992, libertando espaço para as coleções.
O acervo italiano cresceu com uma doação de Marius Daille em 1980, que trouxe ao museu a coleção de primitivos sieneses pertencente ao escritor francês Paul Bourget. Dela veio o retábulo da Trindade de Bartolo di Fredi, datado de 1396.
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