Hôtel de Castries, Mansão histórica classificada no 7º arrondissement, Paris, França
O Hôtel de Castries, no número 72 da Rue de Varenne, é uma mansão de pedra bege clara com uma fachada simétrica de três níveis, um frontão triangular com uma janela redonda e um telhado de ardósia escura. Um pórtico de pedra com silhares rústicos emoldura a porta de madeira escura, sobre a qual se lê « HOTEL DE CASTRIES ». O edifício organiza-se em torno de um pátio quadrado, com duas alas ligadas por um muro alto rematado por uma balaustrada.
Construído no final do século XVII para Jean Dufour, senhor de Nogent, o hôtel foi vendido a 27 de setembro de 1708 a Joseph François de La Croix de Castries, com a herança do seu tio, o cardeal de Bonzi. A família manteve-o até ao final do século XIX. Saqueado a 13 de novembro de 1790 e confiscado como bem de emigrado, foi atribuído ao Ministério da Guerra.
O nome vem da família de La Croix de Castries, proprietária de 1708 até o fim do século XIX. Stendhal situou cenas do hotel em Le Rouge et le Noir (1830) e Vie de Henry Brulard. A partir de 1851, o duque alugou apartamentos aos Clermont-Tonnerre e aos La Rochefoucauld-Liancourt.
O edifício está localizado no 7º arrondissement em uma área tranquila na margem esquerda e é cercado por outros edifícios históricos. Os visitantes devem estar cientes de que se trata de um edifício governamental e o acesso aos espaços interiores pode ser restrito ou indisponível.
O arquiteto Joseph-Antoine Froelicher transformou completamente o edifício entre 1843 e 1863, criando a fachada distintiva e os interiores visíveis hoje. Esta extensa renovação mudou significativamente a aparência da mansão e define seu aspecto atual.
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