Château de la Mormaire, Castelo inscrito como monumento histórico em Grosrouvre, França.
O Château de la Mormaire é um castelo de pedra com fachadas simétricas e telhado francês tradicional em Grosrouvre. A propriedade está localizada em um parque fechado projetado por um arquiteto paisagista.
O nome Mortuo-Mari surge em 1142 com Milon de Mortuo-Mari e de novo em 1239 com Nicholaus de Mortua-Mari. Laurent Regnard, conselheiro e secretário do rei Henrique III, adquiriu o senhorio e mandou reconstruir o atual castelo; mais tarde reuniu-lhe os feudos de La Mandreux em 1606 e de La Noue em 1612. O castelo e o parque, requalificado no final do século XX, foram inscritos como monumentos históricos a 17 de dezembro de 1990.
O nome vem do latim mortum, «estagnado», e mare, «mar»: «o lugar da grande extensão de água estagnada». As formas escritas variaram: Milon de Mortuo-Mari em 1142, Mormère em 1635, Morte-mer em 1703, La Mormaire por volta de 1850. A etimologia aproxima-se da da abadia de Mortemer, no Oise.
O castelo e o seu parque estão inscritos como monumentos históricos desde 17 de dezembro de 1990, tanto o edifício do século XVII como o parque remodelado no final do século XX. Sendo uma propriedade privada, o acesso ao interior e ao parque não é livre: qualquer visita deve ser combinada previamente com o proprietário.
A classificação de 1990 como monumento histórico abrange tanto o castelo do século XVII como o parque remodelado no final do século XX. Entre os proprietários anteriores estão o magnata da imprensa Hippolyte Auguste Marinoni e o financeiro Robert Cottin, genro do ministro Maurice Richard.
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