Cimetière de Belleville, Cemitério municipal no 20.º arrondissement de Paris, França
O cemitério de Belleville é um cemitério municipal do 20.º arrondissement de Paris, na esquina da rue de Belleville com a rue du Télégraphe. Cobre 1,80 hectares e tem 3.210 sepulturas. O reservatório de Belleville encosta à sua parte sul, onde se erguia o edifício principal da propriedade dos Le Peletier de Saint-Fargeau, e o square Belleville-Télégraphe está encaixado no cemitério nesse mesmo canto.
O cemitério foi criado entre 1804 e 1808 num terreno que fazia parte do antigo parque do castelo de Ménilmontant, vendido por uma aristocrata chamada Suzanne Louise le Peletier de Saint-Fargeau. A sua fundação decorreu de um decreto imperial que proibia os enterramentos dentro das cidades.
À direita da entrada principal, na rue de Belleville, uma placa recorda as experiências de telégrafo ótico de Claude Chappe nesta colina entre 1790 e 1798. Entre os túmulos estão nomes ligados às artes em Belleville e Paris: o pintor Camille Bombois, o organista de Notre-Dame Pierre Cochereau e o pioneiro do cinema Léon Gaumont.
Chega-se a pé desde a estação de metro Télégraphe (linha 11). O cemitério é delimitado pela rue de Belleville, pela rue du Télégraphe e pela villa des Hauts-de-Belleville, e o square Belleville - Télégraphe está encaixado no seu canto. O terreno atinge 128,5 metros, o ponto mais alto do leste de Paris, pelo que alguns caminhos são inclinados.
O cemitério ocupa o ponto mais alto do leste de Paris, a 128,508 metros, e uma placa à direita da entrada principal recorda as experiências de telégrafo ótico de Claude Chappe realizadas neste local entre 1790 e 1798. O reservatório de Belleville encosta-se à parte sul, onde se erguia o edifício principal da propriedade dos Le Peletier de Saint-Fargeau.
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