Château de Cheffontaines, Castelo do século XVIII em Clohars-Fouesnant, França.
O castelo de Cheffontaines, em Clohars-Fouesnant, no Finistère, retoma a planta simples da malouinière mas é ladeado por dois grandes pavilhões, eles próprios sustentados por dois pequenos pavilhões que albergam a capela e a biblioteca. A longa fachada de pedra cinzenta tem dois pisos de janelas com caixilhos brancos separados por uma faixa de pedra, com portas duplas centrais sob um arco de volta perfeita; altas chaminés de pedra e uma secção de telhado piramidal com lucarnas erguem-se sobre a ardósia escura.
Confiscado como bem nacional durante a Revolução, o castelo foi vendido a Paul Célarier Damiguet de Vernon e depois passou para Aimé-Désiré Calloch de Kérillis, prefeito de Clohars-Fouesnant de 1821 a 1823. Em 1834, Étienne Le Bourhis obteve autorização para instalar ali uma fábrica de azul da Prússia. A família de Penfentenyo recomprou o castelo em 1860.
Os Penfentenyo, marqueses de Cheffontaines, mantinham uma matilha para a caça ao lobo; abandonada quando emigraram, deu origem ao ditado local «Hurler comme les chiens de Cheffontaines» (uivar como os cães de Cheffontaines), muito usado em Clohars-Fouesnant. A família recomprou o castelo em 1860.
O castelo fica em Clohars-Fouesnant, no Finistère. O edifício está inscrito como monumento histórico, e o parque desenhado no final do século XVIII com o seu lago consta do pré-inventário dos jardins notáveis. A alameda de faias de 1,7 km em frente ao castelo foi cortada durante a Segunda Guerra Mundial para uma pista de aterragem que nunca foi usada; faiais foram replantados no início da década de 1950.
A alameda de faias de 1,7 km em frente ao castelo foi cortada durante a Segunda Guerra Mundial para abrir uma pista de aterragem, mas a pista nunca foi usada. Faias foram replantadas no início da década de 1950.
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