Château de Clermont, Castelo do século XVII em Le Cellier, França
Château de Clermont é um castelo do século XVII em Le Cellier construído no estilo Luís XIII com muros de tijolos rosa, detalhes em pedra branca e telhados de ardósia íngremes com asas simétricas. O edifício principal fica em terreno elevado com vista para o vale do rio Loire.
René Chenu, senhor de Lendormière e governador de Oudon e Champtoceaux, construiu o castelo entre 1643 e 1649 no local do mosteiro de Mont-Clair, destruído pelos normandos em 845. Permaneceu dois séculos na família Chenu, foi confiscado durante a Revolução e passou aos Juchault des Jamonières, depois aos Nau de Maupassant em 1861. Louis de Funès, cuja esposa Jeanne Barthélémy herdou uma parte em 1963, comprou o restante num leilão à vela em 1967.
O nome do castelo vem do mosteiro de Mont-Clair, destruído pelos normandos em 845, em cujo local foi construído. A família Chenu, que o ergueu, acrescentou ao seu nome o desta terra. Em 1925, Charles Nau de Maupassant mandou decorar a capela por Albert e Paul Lemasson, os pintores que nesse ano realizaram o fresco de São Martinho na igreja de Le Cellier.
A fachada sul dá para o Loire e para as paisagens de Mauges e Pays de Retz. O castelo fica em Le Cellier, rodeado por um parque de três hectares e uma vinha de dezassete hectares. Chega-se a pé pelo caminho reto de cascalho que leva à porta de entrada central.
Louis de Funès comprou a parte restante de Clermont num leilão à vela em 1967, depois de a sua mulher Jeanne ter herdado metade da propriedade da tia Marie Barthélémy em 1963. Só o êxito de «As Loucuras de Rabbi Jacob» permitiu ao casal restaurar a propriedade. O ator morreu ali em 1983.
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