Denser See, Dolina e águas paradas em Hersfeld-Rotenburg, Alemanha
O Denser See é uma dolina cheia de água a leste da estrada principal de Dens, freguesia de Nentershausen no distrito de Hersfeld-Rotenburg. Formou-se quando as camadas solúveis de sal e gesso do Zechstein foram lixiviadas no subsolo, as rochas sobrejacentes cederam e a depressão encheu-se de água. O comprimento varia entre 80 e 140 metros, a largura entre 50 e 80 metros e a profundidade entre 2 e 17 metros; não tem entrada nem saída de água à superfície. Na fotografia, a água verde-oliva é marginada por terra molhada e erva baixa, com arbustos e árvores densos na margem oposta.
O Denser See é uma dolina cheia de água, formada quando as camadas solúveis de sal e gesso do Zechstein foram lixiviadas no subsolo e as rochas sobrejacentes cederam. Essas dolinas, chamadas localmente Kauten ou Kutten, são frequentes nesta parte do Richelsdorfer Gebirge. A bacia não tem entrada nem saída de água à superfície; seu nível já foi registrado tão baixo que a água restante podia ser coberta com um portão de celeiro, e tão alto que transbordava para a estrada.
O nome do lago vem de Dens, o distrito de Nentershausen ao seu lado. As águas vermelhas, registadas em 1604, 1605 e 1620 pelo pastor Friedrich Lucae e nas crónicas paroquiais de Dens de 1769 a 1928, alimentaram a lenda do cavaleiro afogado; os irmãos Grimm recolheram um conto de duas dançarinas desaparecidas no «lago estranho». As aulas de natação começaram em 1926 e em 1928 houve uma festa escolar de natação.
O lago fica a leste da estrada principal de Dens, distrito de Nentershausen. Um painel na margem norte, instalado pelo Geo-Naturpark Frau-Holle-Land e pelo município, indica as dimensões variáveis: 80 a 140 metros de comprimento, 50 a 80 de largura e 2 a 17 de profundidade. Não tem entrada nem saída de água à superfície, por isso o nível sobe e desce; consta que já transbordou para a estrada.
A coloração vermelha que por vezes tinge a água foi atribuída pelo hidrogeógrafo Wilhelm Halbfaß a dáfnias, «pulgas de água» de um a cinco milímetros que sobem das zonas mais profundas no outono e no inverno; após um inverno rigoroso, os seus corpos mortos formam uma camada vermelha à superfície. Também podem contribuir diatomáceas mortas ou materiais trazidos por nascentes subaquáticas dos depósitos de cobre e cobalto do Richelsdorfer Gebirge.
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