Ulmer Museum, Museu arqueológico e artístico em Ulm, Alemanha
O Museum Ulm, fundado em 1924, é o museu de arte, arqueologia e história urbana da cidade. A exposição arqueológica permanente, redesenhada em 2014, centra-se no Homem-leão, figura de marfim de mamute remontada em 2012/13 a partir de mais de 300 fragmentos. A escultura e pintura da escola gótica tardia de Ulm, incluindo Hans Multscher e Michel Erhart, conduzem à coleção Kurt Fried de arte europeia e americana posterior a 1945, na ampliação Fried-Bau inaugurada em 1999.
Julius Baum, conservador e professor universitário, tornou-se o primeiro diretor do museu em 1 de abril de 1924; o seu sucessor Erwin Treu disse que de uma arrecadação nasceu um instituto. Em 1937, a campanha nazi contra a «arte degenerada» apreendeu e destruiu a maior parte da vasta coleção de arte moderna do museu. A exposição arqueológica foi reformulada em 2014 após a recuperação de mais fragmentos do Homem-Leão no vale do Lone.
O museu guarda obras de mestres de Ulm do final da Idade Média, incluindo esculturas e pinturas sobre madeira que mostram como a cidade foi um importante centro da arte gótica. Ao percorrer as salas, percebe-se como o artesanato e a prática artística estavam ligados nesta região.
A entrada do museu fica em Marktplatz 9, no centro histórico de Ulm, perto da catedral. O edifício é acessível a cadeiras de rodas. A exposição arqueológica permanente foi reformulada em 2014, e o edifício anexo, o Fried-Bau, abriu a 14 de novembro de 1999 para a coleção de arte europeia e americana posterior a 1945.
O objeto mais comentado da coleção é o Homem-Leão, uma figurinha esculpida em marfim de mamute e encontrada numa gruta dos Alpes da Suábia, com cerca de 35.000 anos. É considerada uma das esculturas figurativas mais antigas alguma vez descobertas no mundo.
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